PRESSUPOSTOS FILOSÓFICOS DA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS
O ensino como um todo traduz uma potencialidade criativa de promover uma ação efetiva em favor de uma (trans)formação antropo-social. Este propósito se torna ainda mais eminente no processo de discussão dos temas e conceitos relativos à disciplina de ciências. Esta disciplina caracteriza-se por despertar uma certa curiosidade “natural” derivada de conhecimentos do senso comum.
Há uma tendência em se imaginar popularmente que a ciência (disciplina) tem por “obrigação” explicar fenômenos. Isto facilita o processo por um aspecto, pois já há uma tendência a se buscar este conhecimento, e por outro aspecto gera uma responsabilidade ainda maior, pelo fato de tratar de tópicos, fenômenos e conceitos muito próximos da realidade cotidiana. As afirmativas anteriores, não tendem a supor que as outras áreas do saber não tenha as mesmas características citadas. O que se pretende é afirmar que tem-se um contexto muito particular, com o qual deve-se contar. Cabe ao educador e a educadora permitir que o saber seja tratado de forma próxima ao cotidiano do educando e da educanda. De acordo com FROTA-PESSOA, GEVERTZ e SILVA (1979, p. 62)
“Outro vicio das aulas tradicionais de ciências é que o professor se interpõe entre a natureza e o aluno, cuidando servir de interprete; mas consegue apenas funcionar como barreira que oculta ou deforma a realidade”.
Dito isto, cumpre-nos dizer que o ensino de ciências (assim como o ensino em geral) é por excelência uma atitude de comprometimento e reflexão sobre a condição do homem e da mulher no planeta. Não se trata meramente do trato de fenômenos naturais, de fundo ambientalista, mas numa compreensão ecológica da realidade em que vivemos. Esta tendência carrega consigo discussões de ordem social, política, econômica e antropológica, uma vez que estudos atuais vem percebendo que os problemas ambientais são amplamente multidisciplinares. Não cabe mais uma discussão compartimentalizada, mas um estudo transdisciplinar, envolvendo a complexidade e a ética do saber numa profundidade necessária e essencial a este propósito.
O Ensino de ciências no ensino fundamental não deve ser encarado como um complemento do que se trata em outras disciplinas, mas como uma proposta, em que se quer desenvolver no indivíduo (discentes), importantes alterações de concepção e leitura de mundo:
Compreensão de sua inclusão no meio ecológico;
Análise de sua ação frente ao meio em que vive;
Implicações econômicas, sociais, antropológicas e culturais das ações desordenadas sobre o meio ambiente;
Capacitação do sujeito nos aspectos crítico, criativo e curioso, tornando agente de construção de novos conceitos;
Reconhecimento das implicações ideológicas e intencionais que se mascaram na seqüência dos conteúdos;
Compreensão do indivíduo numa totalidade, entendendo o homem como um ser bio-sócio-pscio-transcendente.
Assim contempla-se uma série de necessidades de toda a comunidade escolar. De acordo com D’AMBRÓSIO (1999, p. 15)
“... o professor deve subordinar sua disciplina, em particular os conteúdos, aos objetivos da educação e não subordinar a educação aos objetivos, à transmissão e aos avanços de sua disciplina. O aprendiz deve ser, como indivíduo, o determinante do conhecimento que lhe é transmitido”.
Isto não deve implicar, no entanto, numa renúncia à função da educadora e do educador, mas ao contrário, deve representar um passo decisivo em favor de uma educação impactante e comprometida. Uma outra expectativa criada diz respeito à necessidade de executar atividades experimentais no sentido de comprovar, testar e experimentar conceitos. Mas a experimentação não representa a compreensão de tal conceito, apenas permite uma fixação e conhecimento mais conforme afirma GURGEL (2000, p.20-1) quando diz que
“...não basta a aplicação de mecanismos mais amplos e completos para mudar e/ou inovar as práticas laboratoriais. É necessário ir além, sobretudo, com apoio das referências filosóficas e históricas da ciência, para entendermos o que se quer pesquisar,como, porque e, ainda, para que servirão os resultados da investigação. Esta dimensão vai possibilitar uma visão complexa, global (ou holística) dos problemas e ainda, uma ampliação da percepção critica sobre o método científico de alunos e professores frente às práticas experimentais da Física, porque o conhecimento cientifico não se constrói a partir do nada, ao contrário, ele apresenta um caráter social e histórico que deve ser levado em conta no processo ensino-aprendizagem”.
O resgate histórico de diferentes conceitos permitirá que se alcance um determinado grau de complexidade, que permite identificar razões para compreender o conhecimento tal qual temos hoje.
Uma forma importante e significativa de se buscar estes conceitos é a utilização das tecnologias no processo educativo. Assim é possível explorar diferentes universos e contextos não-físicos no sentido de garantir a compreensão da complexidade que envolve o universo humano e planetário. Segundo LEMOS (2006)
“O espaço do saber é criado a partir da expansão das mídias de comunicação e dos meios de transportes modernos (paradoxalmente existe um relação direta entre a locomoção e as mídias) e, principalmente com o nascimento de uma nova economia baseada na aceleração de trocas, na abolição de limites geográficos e com o surgimento do tempo real”.
Essa velocidade com que os acontecimentos se sucedem é fundamental para que a educação possa estabelecer um vinculo de interesses e curiosidades de tal envergadura que possa efetivamente ser vista como formadora de novos seres humanos.
5ª SÉRIE - CONTEÚDOS
1º Bimestre
• Identificação dos conhecimentos reais, imaginários, lendas e mitos;
• Conhecimento popular e conhecimento científico;
• O conhecimento científico como fruto de um processo histórico;
• Implicações planetárias acerca do conhecimento científico;
• Identificação dos elementos transformadores de novos conceitos;
• Os seres vivos e o meio ambiente:
Relações de dependência;
Inter-relações e sobrevivência;
Intervenções ambientais;
• A terra e a vida:
Conceituação de vida;
Implicações ecológicas do desenvolvimento dos diferentes tipos de vida;
Intervenções ambientais e inter-relações ecológicas decorrrentes das diferentes formas de vida;
Ecologia, a ciência que estuda o ambiente;
Ecossistema: onde a vida acontece;
Ecossistema: um espaço de interação e transformação orgânica;
• Cadeias alimentares: a transferência de materia e energia num ambiente.
• As relações entre os seres vivos – Harmônicas e Desarmônicas .
2º Bimestre
• Alterações do ambiente:
Intervenção antrópica;
Fenômenos ecológicos “naturais”;
Processos de “acomodação” ambiental.
• Estudo do ar:
Poluição e suas modalidades;
Aplicações à física e à execução de atividades humanas;
Elemento fundamental para a respiração humana.
• Importância do solo
Utilização agrícola do solo;
Elementos minerais presentes nos diferentes tipos de solos;
A necessidades de se fazer análise do solo para melhorar o desempenho de determinadas culturas agrícolas;
Formas de proteção do solo e preservação de recursos.
• Importância da água:
Inserção da água na composição bioquímica dos diferentes tipos de seres vivos;
Formas de poluição;
Principais fontes e locais de armazenamento;
Fenômenos climáticos relacionados à água.
• Reino das plantas:
Características exclusivas dos vegetais;
Diferenças entre os diversos grupos de vegetais;
Relação entre os diferentes grupos de seres vivos e os vegetais.
• Os grandes grupos vegetais:
Algas pluricelulares;
Briófitas e pteridófitas, plantas sem flores;
Gimnospermas e angiospermas
3º Bimestre
• Estudo da raiz:
Estruturas principais de uma raiz;
Diferentes tipos de raízes;
Utilidades fisiológicas das raízes;
Utilidades econômicas das raízes;
Utilização da raiz como elemento de reprodução vegetativa.
• Estudo do caule:
Estruturas principais de um caule;
Diferentes tipos de caules;
Utilidades fisiológicas dos caules;
Importância da seiva para o vegetais;
Utilidades econômicas dos caules;
Utilização do caule como elemento de reprodução vegetativa.
• Estudo da folha:
Estruturas principais de uma folha;
Diferentes tipos de folhas;
Utilidades fisiológicas das folhas;
Importância da fotossíntese para os vegetais;
Importância da fotossíntese para a vida no planeta;
Utilidades econômicas dos caules;
Utilização do caule como elemento de reprodução vegetativa.
• Estudo da flor:
Estruturas principais de uma flor;
Diferentes tipos de flores;
Utilidades fisiológicas folhas;
Processos de polinização como forma de perpetuação das espécies vegetais;
Importância do pólen e dos óvulos para a perpetuação dos vegetais;
Utilidades econômicas das flores;
• Estudo do fruto:
Estruturas principais de um fruto;
Diferentes tipos de frutos;
Utilidades fisiológicas dos frutos;
Formação da semente como forma de perpetuação da espécie;
O fruto como reserva alimentar de diferentes tipos de novos vegetais;
4º Bimestre
• Estudo da semente:
Estruturas principais de uma semente;
Diferentes tipos de sementes;
Utilidades fisiológicas sementes;
Utilidades econômicas das sementes;
Valores alimentares das sementes;
• Germinação como processo de formação de um novo vegetal;
• Os vegetais e o homem
• A distribuição da vida na biosfera
• Preservação da fauna e da flora
5ª SÉRIE - OBJETIVOS
1º Bimestre
- Identificar os conhecimentos reais, imaginários, lendas e mitos dos próprios alunos;
- Diferenciar conhecimento popular e conhecimento científico;
- Compreender o conhecimento científico como fruto de um processo histórico de construção múltipla;
- Perceber as implicações planetárias acerca do conhecimento científico;
- Identificar os elementos transformadores de novos conceitos;
- Determinar as relações entre os seres vivos e o meio ambiente;
- Identificar as relações de dependência entre os seres vivos;
- Perceber as inter-relações e sobrevivência;
- Reconhecer as principais intervenções ambientais;
- Compreender as relações entre a terra e a vida;
- Conceituar vida;
- Determinar as implicações ecológicas do desenvolvimento dos diferentes tipos de vida;
- Reconhecer as intervenções ambientais e inter-relações ecológicas decorrrentes das diferentes formas de vida;
- Perceber a ecologia, a ciência que estuda o ambiente;
- Reconhecer um ecossistema como sendo o local onde a vida acontece;
- Identificar um ecossistema como um espaço de interação e transformação orgânica;
- Compreender os fenômenos de cadeias alimentares: transferência de materia e energia num ambiente;
- Diferenciar as relações entre os seres vivos em harmônicas e desarmônicas;
2º Bimestre
- Perceber as principais alterações do ambiente:
- Reconhecer as principais formas de intervenção antrópica;
- Compreender os fenômenos ecológicos “naturais”;
- Reconhecer os processos de “acomodação” ambiental.
- Aprimorar o estudo do ar;
- Reconhecer as causas de poluição e suas modalidades;
- Perceber as aplicações à física e à execução de atividades humanas;
- Compreender o ar como elemento fundamental para a respiração humana.
- Identificar a importância do solo;
- Apontar a utilização agrícola do solo;
- Identificar os elementos minerais presentes nos diferentes tipos de solos;
- Esclarecer a necessidade de se fazer análise do solo para melhorar o desempenho de determinadas culturas agrícolas;
- Apontar as formas de proteção do solo e preservação de recursos.
- Reconhecer a importância da água;
- compreender a inserção da água na composição bioquímica dos diferentes tipos de seres vivos;
- Identificar as mais variadas formas de poluição;
- Reconhecer as principais fontes e locais de armazenamento;
- Descrever os fenômenos climáticos relacionados à água.
- Conceituar reino das plantas;
- Enumerar as características exclusivas dos vegetais;
- Apontar as diferenças entre os diversos grupos de vegetais;
- Descrever a relação entre os diferentes grupos de seres vivos e os vegetais.
- Diferenciar os grandes grupos vegetais;
- Caracterizar algas pluricelulares;
- Compreender briófitas e pteridófitas, plantas sem flores;
- Diferenciar gimnospermas e angiospermas
3º Bimestre
- Caracterizar raiz;
- Identificar as estruturas principais de uma raiz;
- Diferenciar os tipos de raízes;
- Compreender as utilidades fisiológicas das raízes;
- Perceber as utilidades econômicas das raízes;
- Enunciar a utilização da raiz como elemento de reprodução vegetativa;
- Descrever o estudo do caule;
- Identificar as estruturas principais de um caule;
- Reconhecer os diferentes tipos de caules;
- Compreender as utilidades fisiológicas dos caules;
- Descrever a importância da seiva para o vegetais;
- Enumerar as utilidades econômicas dos caules;
- Compreender a utilização do caule como elemento de reprodução vegetativa;
- Enunciar o estudo da folha;
- Diferenciar as estruturas principais de uma folha;
- Reconhecer os diferentes tipos de folhas;
- Compreender as utilidades fisiológicas das folhas;
- Perceber a importância da fotossíntese para os vegetais;
- Compreender a importância da fotossíntese para a vida no planeta;
- Reconhecer as utilidades econômicas dos caules;
- Estabelecer a utilização do caule como elemento de reprodução vegetativa;
- Estabelecer o estudo da flor:
- Diferenciar as estruturas principais de uma flor;
- Diferenciar os tipos de flores;
- Reconhecer as utilidades fisiológicas folhas;
- Compreender os processos de polinização como forma de perpetuação das espécies vegetais;
- Identificar a importância do pólen e dos óvulos para a perpetuação dos vegetais;
- Enunciar as utilidades econômicas das flores;
- Aprofundar o estudo do fruto;
- Reconhecer as estruturas principais de um fruto;
- Diferenciar os tipos de frutos;
- Estudar as utilidades fisiológicas dos frutos;
- Estabelecer a formação da semente como forma de perpetuação da espécie;
- Compreender o fruto como reserva alimentar de diferentes tipos de novos vegetais;
4º Bimestre
- Estabelecer o estudo da semente;
- Reconhecer as estruturas principais de uma semente;
- Identificar os diferentes tipos de sementes;
- Apontar as utilidades fisiológicas sementes;
- Enumerar as utilidades econômicas das sementes;
- Compreender os valores alimentares das sementes;
- Reconhecer a germinação como processo de formação de um novo vegetal;
- Estabelecer as relações entre os vegetais e o homem;
- Compreender a distribuição da vida na biosfera;
- Reconhecer as formas de preservação da fauna e da flora
6ª SÉRIE - CONTEÚDOS
1º Bimestre
• Conhecendo a diversidade da vida
• O papel do meio ambiente na diferenciação das espécies
• A integração entre os seres vivos como instrumento de formação de novas espécies
• Reconhecer um ser vivo
• Compreender semelhanças e diferenças entre os seres vivos
• Características dos seres vivos
• A origem da vida
• Teorias e explicações sobre a possível origem da vida
• A evolução dos seres vivos
• Classificação dos seres vivos
2º Bimestre
• Os vírus, estrutura e características
• Doenças causadas por vírus
• Moneras, estrutura e características
• Doenças causadas por bactérias
• Utilidades econômicas das bactérias
• Protistas estrutura e características
• Doenças causadas por protozoários
• Fungos estrutura e características
• Doenças causadas por fungos
• Utilidades econômicas dos fungos
• Os invertebrados
• As principais características dos invertebrados e seu papel na escala evolutiva
• Poríferos – cnidários ou celenterados
• Características e estruturas dos poríferos, celenterados
• Vermes (Platelmintos, Nematelmintos, Anelídeos)
• Principais doenças causadas por vermes
• Utilidades econômicas e ecológicas dos vermes
3º Bimestre
• Moluscos, estruturas e características básicas
• Utilidades econômicas e ecológicas dos moluscos
• Artrópodes – o maior grupo de seres vivos
• Principais grupos de artrópodes:
Insetos: características, estruturas e doenças causadas por insetos
Aracnídeos: características, estruturas e doenças causadas por aracnídeos
Crustáceos: características, estruturas e utilidades econômicas
Miriápodes: características, estruturas.
• Equinodermos: características, estruturas
• Grupo dos Vertebrados: características, semelhanças e diferenças
• Peixes:
Condrictes: estruturas, características peculiares, habitats, hábitos e ralação com outros seres vivos.
Osteíctes: estruturas, características peculiares, habitats, hábitos e ralação com outros seres vivos.
4º Bimestre
• Anfíbios:
Anuros: estruturas, características peculiares, habitats, hábitos e ralação com outros seres vivos.
Ápodes: estruturas, características peculiares, habitats, hábitos e ralação com outros seres vivos.
Urodélos: estruturas, características peculiares, habitats, hábitos e ralação com outros seres vivos.
• Répteis:
Crocodilianos: estruturas, características peculiares, habitats, hábitos e ralação com outros seres vivos, ações predadoras
Quelônios: estruturas, características peculiares, habitats, hábitos e ralação com outros seres vivos, motivos de sua extinção;
Ofídios: estruturas, características peculiares, habitats, hábitos e ralação com outros seres vivos, animais peçonhentos e produção de soros antiofídicos.
• Aves e suas características
• Aves – classificação:
Ratitas: aves que não voam, suas características, sua importância econômica, etc.
Carinatas: aves que não voam, suas características, sua importância econômica, etc.
• Mamíferos e suas características gerais
• Mamíferos – classificação: marsupiais, cetáceos, selênios, primatas, pecilodáctilos, artiodáctilos, etc.
6ª SÉRIE - OBJETIVOS
1º Bimestre
- Conhecer a diversidade da vida;
- Compreender o papel do meio ambiente na diferenciação das espécies;
- Estabelecer a integração entre os seres vivos como instrumento de formação de novas espécies;
- Reconhecer um ser vivo pelas suas características elementares;
- Compreender semelhanças e diferenças entre os seres vivos
- Identificar as características dos seres vivos;
- Conhecer as teorias sobre a origem da vida;
- Identificar as teorias e explicações sobre a possível origem da vida
- Compreender o processo de evolução dos seres vivos;
- Conhecer a forma e classificação dos seres vivos;
2º Bimestre
- Reconhecer os vírus pela estrutura e características;
- Identificar as doenças causadas por vírus;
- Conhecer os moneras pela estrutura e características;
- Compreender as doenças causadas por bactérias;
- Enumerar as utilidades econômicas das bactérias;
- Reconhecer os protistas pela estrutura e características;
- Caracterizar as doenças causadas por protozoários;
- Identificar os fungos, suas estrutura e características;
- Compreender as doenças causadas por fungos;
- Conhecer as utilidades econômicas dos fungos;
- Identificar o reino dos invertebrados;
- Reconhecer as principais características dos invertebrados e seu papel na escala evolutiva;
- Reconhecer os poríferos – cnidários ou celenterados;
- Perceber as características e estruturas dos poríferos, celenterados;
- Definir vermes (Platelmintos, Nematelmintos, Anelídeos);
- Compreender as principais doenças causadas por vermes;
- Reconhecer as utilidades econômicas e ecológicas dos vermes
3º Bimestre
- Identificar os moluscos, suas estruturas e características básicas;
- Reconhecer as utilidades econômicas e ecológicas dos moluscos;
- Caracterizar os artrópodes – o maior grupo de seres vivos;
- Identificar as principais grupos de artrópodes;
- Compreender os insetos, suas características, estruturas e doenças causadas por insetos;
- Reconhecer Aracnídeos por suas características, estruturas e doenças causadas por aracnídeos;
- Identificar crustáceos: características, estruturas e utilidades econômicas;
- Conhecer os miriápodes: características, estruturas;
- Compreender os equinodermos: características, estruturas;
- Diferenciar o grupo dos vertebrados: características, semelhanças e diferenças;
- Caracterizar o grupo dos peixes:;
- Identificar condrictes: estruturas, características peculiares, habitats, hábitos e ralação com outros seres vivos;
- Conhecer osteíctes: estruturas, características peculiares, habitats, hábitos e ralação com outros seres vivos;
4º Bimestre
- Caracterizar anfíbios;
- Identificar anuros: estruturas, características peculiares, habitats, hábitos e ralação com outros seres vivos;
- Compreender ápodes: estruturas, características peculiares, habitats, hábitos e ralação com outros seres vivos;
- Perceber urodélos: estruturas, características peculiares, habitats, hábitos e ralação com outros seres vivos;
- Caracterizar répteis;
- Identificar crocodilianos: estruturas, características peculiares, habitats, hábitos e ralação com outros seres vivos, ações predadoras;
- Reconhecer quelônios: estruturas, características peculiares, habitats, hábitos e ralação com outros seres vivos, motivos de sua extinção;
- Diferenciar ofídios quanto a estruturas, características peculiares, habitats, hábitos e ralação com outros seres vivos, animais peçonhentos e produção de soros antiofídicos;
- Identificar as aves e suas características;
- Classificar as aves;
- Identificar as ratitas: aves que não voam, suas características, sua importância econômica, etc;
- Compreender carinatas: aves que não voam, suas características, sua importância econômica, etc;
- Conhecer os mamíferos e suas características gerais;
- Caracterizar os mamíferos – classificação: marsupiais, cetáceos, selênios, primatas, pecilodáctilos, artiodáctilos, etc.
7ª SÉRIE – CONTEÚDOS
1º Bimestre
• Origem da vida segundo teorias científicas
• Formação do corpo na fase embrionária
• Fases do desenvolvimento: pré-natal e ciclo vital
• Divisão geral do corpo humano
• Constituição anatômica do nosso organismo
• As células e os tecidos
• Célula, sua constituição e funções vitais
• Estruturas celulares (citoplasmáticas e nucleares), suas características e funções
• O microscópio
• Importância dos alimentos
2º Bimestre
• Digestão e sua fisiologia: produção de sucos digestivos e movimentos peristálticos;
• Os dentes: dentições, tipos de dentes, cuidados e estruturas
• Aparelho respiratório: esôfago, estômago, duodeno, intestino delgado, intestino grosso e ânus.
• Órgãos anexos: glândulas salivares, fígado e pâncreas
• Hepatite, pancreatite, gastroenterite, úlcera gástrica, etc
• Aparelho circulatório: coração, veias e artérias.
• Sangue: funções e características das hemáceas, leucócitos, plasma e plaquetas
• Doenças do sistema circulatório
• Defesas do nosso organismo: sistema imunológico, AIDS
• Aparelho excretor: mecanismos de funcionamento da retirada dos diferentes tipos de impurezas do nosso corpo.
3º Bimestre
• Funções de relação com o ambiente
• Os principais mecanismos de relação entre o ser humano com o meio ambiente
• Locomoções e ossos: estruturas químicas e mecanismos estruturais para a locomoção.
• Sistema muscular e seu papel na locomoção.
• Órgãos dos sentidos: órgãos e funcionamento da visão, audição, tato, paladar e olfato.
• O sistema nervoso e seus componentes: sistema nervoso central, sistema nervoso periféricos.
• Funções do cérebro, cerebelo e bulbo.
• Medula espinhal, nervos e receptores dos sentidos.
• O sistema hormonal: composição de glândulas e hormônios produzidos.
• Ação hormonal no desenvolvimento do corpo humano.
• Hereditariedade: transmissão de caracteres hereditários.
4º Bimestre
• Reprodução como fator de perpetuação da espécie
• Mecanismos naturais inerentes ao processo reprodutivo
• O sistema reprodutor: características, estruturas e sistema de funcionamento
• Fecundação e desenvolvimento embrionário
• Desenvolvimento do ser humano como ser em necessidade de se perpetuar
• Fases da vida humana e sua associação aos fenômenos naturais
• Doenças sexualmente transmissíveis
• Métodos contraceptivos
• Síndromes associadas à problemas correlatos à fecundação
• Doenças geneticamente transmissíveis como diabetes, câncer e outras doenças.
7ª SÉRIE - OBJETIVOS
1º Bimestre
- Compreender a origem da vida segundo teorias científicas;
- Identificar a formação do corpo na fase embrionária;
- Conhecer as fases do desenvolvimento: pré-natal e ciclo vital;
- Estabelecer a divisão geral do corpo humano;
- Reconhecer a constituição anatômica do nosso organismo;
- Diferenciar as células e os tecidos;
- Estudar a célula, sua constituição e funções vitais;
- Identificar as estruturas celulares (citoplasmáticas e nucleares), suas características e funções;
- Identificar a importância dos alimentos para a estruturação de células e tecidos;
2º Bimestre
- Conhecer a digestão e sua fisiologia: produção de sucos digestivos e movimentos peristálticos;
- Caracterizar os dentes: dentições, tipos de dentes, cuidados e estruturas;
- Compreender as estruturas do aparelho digestório: esôfago, estômago, duodeno, intestino delgado, intestino grosso e ânus;
- Identificar as funções dos órgãos anexos: glândulas salivares, fígado e pâncreas;
- Caracterizar hepatite, pancreatite, gastroenterite, úlcera gástrica, etc;
- Compreender os órgãos do aparelho circulatório: coração, veias e artérias;
- Caracterizar os elementos estruturantes do sangue: funções e características das hemáceas, leucócitos, plasma e plaquetas;
- Identificar as doenças do sistema circulatório;
- Compreender as formas de defesas do nosso organismo: sistema imunológico, AIDS;
- Caracterizar o aparelho excretor: mecanismos de funcionamento da retirada dos diferentes tipos de impurezas do nosso corpo;
3º Bimestre
- Conhecer as funções de relação com o ambiente;
- Identificar os principais mecanismos de relação entre o ser humano com o meio ambiente;
- Reconhecer os meios de locomoções e ossos: estruturas químicas e mecanismos estruturais para a locomoção;
- Identificar o sistema muscular e seu papel na locomoção;
- Compreender as características do órgãos dos sentidos: órgãos e funcionamento da visão, audição, tato, paladar e olfato;
- Descrever o sistema nervoso e seus componentes: sistema nervoso central, sistema nervoso periféricos;
- Conhecer as funções do cérebro, cerebelo e bulbo;
- Caracterizar a medula espinhal, nervos e receptores dos sentidos;
- Compreender o sistema hormonal: composição de glândulas e hormônios produzidos;
- Identificar a ação hormonal no desenvolvimento do corpo humano;
- Caracterizar hereditariedade: transmissão de caracteres hereditários;
4º Bimestre
- Perceber a reprodução como fator de perpetuação da espécie;
- Identificar mecanismos naturais inerentes ao processo reprodutivo;
- Compreender sistema reprodutor: características, estruturas e sistema de funcionamento;
- Identificar a fecundação e desenvolvimento embrionário;
- Caracterizar o desenvolvimento do ser humano como ser em necessidade de se perpetuar;
- Fases da vida humana e sua associação aos fenômenos naturais;
- Identificar doenças sexualmente transmissíveis;
- Reconhecer métodos contraceptivos;
- Identificar síndromes associadas à problemas correlatos à fecundação;
- Caracterizar doenças geneticamente transmissíveis como diabetes, câncer e outras doenças.
8ª SÉRIE - CONTEÚDOS
1º Bimestre
• A matéria como elemento constituinte da matéria
• As propriedades da matéria: físicas, químicas e organolépticas
• A origem do universo como forma de distribuição da matéria
• As transformações físicas e químicas da matéria
• Misturas e combinações da matéria
• Elementos químicos mais importantes na composição dos seres vivos.
• O átomo sua estrutura e sua identificação
• Modelos atômicos: Dalton, Rutherford e Bohr e Diagrama de Pauling
• Históricos da tabela periódica dos elementos químicos
• Os elementos químicos – classificação em metais, semi-metais, não-metais e gases nobres
2º Bimestre
• As ligações químicas como forma de estruturação de infinitos compostos
• Ligação covalentes: normal e dativa
• Ligação iônica
• Formação das substâncias
• Distribuição eletrônica pelo diagrama de Pauling
• Casos especiais de ligações químicas
• Os processos de fracionamento de misturas
• Misturas e combinações como forma de geração de novas substâncias
• As diferentes substâncias em nossa vida
• Fórmulas químicas como meio de representar uma substância e as ligações que a constituem
3º Bimestre
• Estudo da física – histórico
• Implicações da física no cotidiano das pessoas
• Conceitos básicos da cinemática
• O movimento como forma de aplicação de conceitos físicos
• As modalidades de movimento e suas implicações na vida econômica
• A velocidade como elemento básico da utilização dos movimentos
• Cálculo da velocidade
• A aceleração como variante da velocidade
• Estudo do movimento
• Estudo das forças e suas unidades de medida
• Leis de Newton como teorização dos conceitos de força e movimento
4º Bimestre
• Energia como manifestação da aplicação das forças sobre os corpos
• Trabalho como resultado da aplicação das forças
• Potência como variável das forças e dos trabalhos resultantes
• O calor como forma de energia
• Elementos transmissores e isolantes do calor
• O calor e sua aplicação no cotidiano humano
• O som como forma de aplicação da energia
• O som e sua aplicação no cotidiano
• A transmissão do som por meio de ondas
• A eletricidade, sua origem e aplicação na vida econômica.
• Formas de transmissão de eletricidade
• Materiais isolantes elétricos
• O magnetismo e sua importância para a vida na terra.
• A lei de Gravidade e sua implicação em relação ao funcionamento do Sistema Solar
8ª SÉRIE – OBJETIVOS
1º Bimestre
- Caracterizar a matéria como elemento constituinte da matéria;
- Identificar as propriedades da matéria: físicas, químicas e organolépticas;
- Compreender a origem do universo como forma de distribuição da matéria;
- Diferenciar as transformações físicas e químicas da matéria;
- Caracterizar misturas e combinações da matéria;
- Identificar os elementos químicos mais importantes na composição dos seres vivos;
- Reconhecer átomo sua estrutura e sua identificação;
- Diferenciar modelos atômicos: Dalton, Rutherford e Bohr e Diagrama de Pauling;
- Compreender históricos da tabela periódica dos elementos químicos;
- Caracterizar elementos químicos – classificação em metais, semi-metais, não-metais e gases nobres;
2º Bimestre
- Compreender as ligações químicas como forma de estruturação de infinitos compostos;
- Caracterização de ligação covalente: normal e dativa;
- Conhecer ligação iônica;
- Reconhecer o processo de formação das substâncias;
- Compreender a distribuição eletrônica pelo diagrama de Pauling;
- Identificar casos especiais de ligações químicas;
- Reconhecer os processos de fracionamento de misturas;
- Diferenciar misturas e combinações como forma de geração de novas substâncias;
- Compreender a função das diferentes substâncias em nossa vida;
- Compreender fórmulas químicas como meio de representar uma substância e as ligações que a constituem;
3º Bimestre
- Enunciar o estudo da física – histórico;
- Compreender as implicações da física no cotidiano das pessoas;
- Identificar os conceitos básicos da cinemática;
- Compreender o movimento como forma de aplicação de conceitos físicos;
- Reconhecer as modalidades de movimento e suas implicações na vida econômica ;
- Caracterizar a velocidade como elemento básico da utilização dos movimentos;
- Compreender o cálculo da velocidade;
- Reconhecer a aceleração como variante da velocidade;
- Caracterização do movimento;
- Compreender as forças e suas unidades de medida;
- Identificar as leis de Newton como teorização dos conceitos de força e movimento;
4º Bimestre
- Identificar a energia como manifestação da aplicação das forças sobre os corpos;
- Compreender trabalho como resultado da aplicação das forças;
- Estabelecer a potência como variável das forças e dos trabalhos resultantes;
- Compreender o calor como forma de energia;
- Diferenciar elementos transmissores e isolantes do calor;
- Reconhecer o calor e sua aplicação no cotidiano humano;
- Identificar o som como forma de aplicação da energia;
- Caracterizar som e sua aplicação no cotidiano;
- Identificar formas de transmissão do som por meio de ondas;
- Compreender a eletricidade, sua origem e aplicação na vida econômica;
- Conhecer formas de transmissão de eletricidade;
- Identificar materiais isolantes elétricos;
- Caracterizar p magnetismo e sua importância para a vida na terra;
- Compreender a lei de Gravidade e sua implicação em relação ao funcionamento do Sistema Solar;
OBJETIVOS DOS CONTEÚDOS TRATADOS NAS SÉRIES FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – DISCIPLINA DE CIÊNCIAS
Os conteúdos acima nomeados e distribuídos nas diferentes séries finais do Ensino Fundamental traduzem uma série de objetivos comuns que passaremos a relacionar:
1. Sensibilizar o educando e a educanda para a necessidade de se situar no ambiente como parte integrante deste;
2. Fazer do ensino de ciências, uma prática de defesa de valores éticos e planetários;
3. Identificar as implicações econômicas e ecológicas das diferentes ações do homem sobre os recursos provenientes da natureza;
4. Perceber a necessidade de se compreender conceitualmente os fenômenos inerentes aos processos e fenômenos naturais;
5. Fazer do conhecimento científico um instrumento de preservação da vida;
6. Compreender a ciência como uma das formas de conhecer e compreender os processos ocorridas na natureza;
7. Comprometer-se com a necessidade de promover ações em favor da preservação e conservação de seres vivos, fontes de matéria-prima e energia, como forma de garantir a sobrevivência da humanidade;
8. Identificar a diversidade como grande riqueza e garantia da perpetuação da vida no planeta;
9. Inserir o ser humano no contexto ambiental, não como mero usuário, mas como dependente e parte de um ciclo de vida dinâmico e contínuo;
10. Identificar possibilidades para que cada sujeito seja responsável pela vida nas mais diversas formas de manifestação;
11. Respeitar a biodiversidade e a dinâmica dos processos naturais;
12. Dinamizar discussões éticas, sociais e políticas que possam garantir à humanidade condições mínimas de adoção de novas estratégias para a utilização de recurso e fontes de recursos materiais e energéticos;
13. Compreender a multiplicidade de aplicações de conceitos e suas inter-relações possíveis no sentido de fazer da ciência um instrumento de (re)construção de paradigmas;
14. Identificar o processo educativo, como uma ação transdisciplinar, dinâmica, não-linear, ética e humana;
15. Conhecer mecanismos de mudança no perfil da vida como a evolução (biológica) e a dialética (filosófica), capazes de transformar conceitos e aplicações.
Há uma grande quantidade de outros objetivos, implicando na definição de certos conceitos e metodologias, porém, deseja-se esclarecer que os supra citados se aplicam de forma genérica a todos os conceitos relacionados bimestralmente para cada série.
Desta forma as circunstâncias, os fatos e as necessidades serão os ditames para a reformulação permanente e sensível deste planejamento, assim como dos aspectos avaliativas que discutiremos a seguir.
ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO
A avaliação sempre representou um grande desafio ao educador uma vez que ela pode traduzir um resultado nem sempre favorável ao trabalho realizado e geralmente é traumática para o discente. Por outro lado se sabe que a avaliação está sempre presente na vida humana. Espera-se que a avaliação se torne parte de um processo que permita aos participantes crescer e não apenas encontrar culpados, pois o que se deve fazer é construir uma nova realidade.
Conforme afirma DIAS SOBRINHO (2000 p. 80) “é não só possível como também desejável a combinação de metodologias, de origem racional e positivista, como os de orientação qualitativa e sentido social e político”. Embora tratem da educação superior pode-se dizer que esta á uma excelente regra que vale para qualquer tipo de avaliação.
O processo avaliativo, como é de ciência dos educadores, vem sendo incrementado por novos modelos e metodologias que buscam transformar a avaliação que para muitos é um meio de repressão num mecanismo de análise de todo o processo de aprendizagem, servindo de termômetro para todos os envolvidos. Porém não podemos ficar apenas no termômetro que sinaliza o problema, mas no medicamento que cura e melhor ainda, no que previne para que não precisemos medicar.
A avaliação em Ciências, como em qualquer disciplina curricular é uma constante e se constituirá dos seguintes elementos:
Uso de vídeos, DVDs de conteúdo didático (TV Escola);
Utilização da sala de informática e dos recursos de software e hardware disponíveis;
Leitura e interpretação de textos complementares ao livro didático;
Elaboração de esquemas-resumo e gráficos representativos;
Organização de trabalhos entregues on-line ou de forma magnética
Elaboração e explicação oral de trabalhos;
Correlação interdisciplinar em determinados assuntos;
Provas escritas.
OBRAS RECOMENDADAS
AMABIS, José Mariano & MARTHO, Gilberto Rodrigues. Fundamentos da Biologia Moderna. São Paulo: Moderna. 1995.
BRITO, Elis Avancini & FAVARETTO, José Arnaldo. Biologia, uma abordagem evolutiva e ecológica. São Paulo: Moderna. 1997.
GUYTON, Arthur. Fisiologia humana. 6ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1998.
JOLY, Aylthon Brandão. Botânica: introdução a taxonomia vegetal. 12ª edição. São Paulo: Companhia editora nacional. 1998.
JUNQUEIRA, L. C. e CARNEIRO, José. Histologia básica. 9ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1999.
MARCONCES, Ayrton. Biologia. São Paulo: Atual, 1999.
PAULINO, Wilson Roberto. Biologia. São Paulo: Ática. 2000.
RAVEN, Peter et al. Biologia vegetal. 5ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1998.
SOARES, José Luis. Biologia. São Paulo: Scipione. 1999.
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS E LEITURAS RECOMENDADAS
BOFF, Leonardo. Saber cuidar: ética do humano - compaixão pela terra. Petrópolis, RJ: Vozes, 1999.
____________. Ecologia, mundialização e espiritualidade: a emergência de um novo paradigma. 2ª edição. São Paulo: Ática. 1996.
BRÜGGER, Paulo. Educação ou adestramento ambiental? 2ª edição. Florianópolis (SC): Letras contemporâneas, 1999.
CAIRNCROSS, Francês. Meio ambiente: custos e benefícios. Tradução: Cid Knipel Moreira. São Paulo: Nobel, 1992.
DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2006.
DIAS SOBRINHO, José. A avaliação da educação superior. Petrópolis: Vozes. 2000.
D’AMBRÓSIO, Ubiratan. Educação para uma sociedade em transição. Campinas, SP: Papirus. 1999.
FROTA-PESSOA, Oswaldo, GEVERTZ, Rachel, SILVA, Ayrton Gonçalves da. Como ensinar ciências. 3ª edição. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1979.
GUATTARI, Félix. As três ecologias. Tradução: Maria Cristina F. Bittencourt. Campinas: Papirus, 1990.
GURGEL, Célia Margutti do Amaral. A experimentação em sala de aula e a construção do conhecimento pelo aluno. In: O livro da experimentoteca: educação para as ciências da natureza através de praticas experimentais. Piracicaba (SP): UNIMEP/USP/VITAE, 2000.
LEMOS André L.M. As estruturas antropológicas do cyberespaço. Dispnível em: http://www.facom.ufba.br/pesq/cyber/lemos/estrcy1.html. Acessado em: 28/02/06 as 15h
MONTIBELLER FILHO, Gilberto. O mito do desenvolvimento sustentável: meio ambiente e custos sociais no moderno sistema produtor de mercadorias. 2ª edição revisada. Florianópolis: Editora da UFSC, 2004.
A consciência do mundo, que viabiliza a consciência de mim, inviabiliza a imutabilidade do mundo. "Paulo Freire"
Que bom que você está aqui!
É com prazer que te recebo neste espaço! Esta "casa" virtual está em permanente construção e em cada "cômodo" há uma inquietante necessidade de fazer diferente! Meus textos, relatos e imagens buscam apresentar a você os passos que constituem minha caminhada pessoal, profissional e acadêmica. A partilha que faço não intui caracterizar-se por uma postura doutrinária, autoritária ou impositiva-opressora, mas ao contrário, apresenta-se como ato solidário (jamais solitário) de contribuição à discussões humanas, planetárias e éticas!
Como educador me vejo no compromisso de participar do processo histórico de libertação dos oprimidos, marginalizados e esquecidos, a começar por mim. Despindo-me de qualquer resquício de arrogância, prepotência e soberba apresento-me como aprendente num contexto de intensa renovação de conceitos e atitudes!
Assim convido-o a juntos pensarmos em nossa condição de partícipes da grande Salvação! Salvação plena do homem e da mulher místicos, políticos e planetários!
Fraterno abraço!
Como educador me vejo no compromisso de participar do processo histórico de libertação dos oprimidos, marginalizados e esquecidos, a começar por mim. Despindo-me de qualquer resquício de arrogância, prepotência e soberba apresento-me como aprendente num contexto de intensa renovação de conceitos e atitudes!
Assim convido-o a juntos pensarmos em nossa condição de partícipes da grande Salvação! Salvação plena do homem e da mulher místicos, políticos e planetários!
Fraterno abraço!
Casa Rosada - sede do governo argentino. Em frente está a Praça de Maio. É um local em que é possível conhecer um pouco da história e da cultura argentina.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
sábado, 24 de janeiro de 2009
Popularidade e Populismo: líder x impositor
Todo gestor público deve necessariamente estar próximo dos interesses da população. Deve falar sua língua, oferecer-lhe atenção, manifestar preocupação com seus problemas e buscar soluções, zelar pelo patrimônio da coletividade. Isto certamente gera popularidade, reconhecimento e respeito. Transforma autoridade em liderança. Tudo isso parece simples, pois consta de muitos discursos.
O surgimento de lideranças dotadas de popularidade, reconhecimento e respeito é o que se deseja a cada renovação democrática de gestores públicos. Recentemente novos gestores públicos municipais (re)assumiram suas funções vislumbrando sérios desafios. Contando com o apoio da grande maioria de suas comunidades tornaram-se fiéis depositários de confiança e esperança. Confiança e esperança devidamente preservadas, preservam a popularidade da liderança. Preservam a própria liderança.
Mas há riscos! Equívocos podem ser cometidos. Demonstrações exageradas de autoridade do gestor sobre seus subordinados, bravatas, auto-imposição de imagem pessoal. Isto gera o chamado populismo. Isto pode ser um caminho perigoso. A história tem demonstrado que líderes sustentados por manifestações populistas tornaram-se vítimas de suas próprias convicções. As mesmas multidões movidas pela autoridade populista que a glorificam, também a condenam.
A tênue linha que separa a popularidade do populismo está em alguns aspectos a considerar. O líder pauta-se em projetos, busca o esforço coletivo, privilegia o diálogo e os valores humanos e democráticos. O impositor pauta-se em delírios individuais, apenas comunica suas decisões e considera apenas as suas próprias convicções. O líder constrói “naturalmente” mudanças graduais, transforma e vive a história, gera qualidade de vida, é ético, solidário. O impositor determina mudanças, é a própria história, gera exaltação, é moral e solitário.
O líder coordena, flexibiliza, arrebanha talentos, motiva esforços, está com os outros. O impositor comanda, reina, domina, se prevalece, está sobre os outros. Enquanto o líder utiliza-se de suas qualidades e habilidades, o impositor se vale de sua autoridade.
O exercício contínuo da democracia educa. Faz escolher cada vez melhor pelos acertos e pelos e erros. Neste tempo que testemunhando o início de novas gestões municipais é bastante oportuno observar estes erros e acertos. Podemos e devemos avaliar criteriosamente o que acontece. É dever de quem administra o que nos pertence, nos ouvir, respeitar nosso patrimônio, melhorar nossas vidas, garantir bem-estar em nossas cidades.
Como foi dito, a linha que separa a popularidade do populismo é tênue, quase imperceptível. Assim certas atitudes do tipo “vamos por ordem na casa” podem parecer espírito de liderança quando na verdade representam a excrescência do autoritarismo impositivo e populista. Evidentemente há casos em que é preciso realmente “ordenar a casa”. Quando delegamos poderes pelo viés democrático é preciso faze-lo de forma coerente e crítica. Isto é possível pelo constante exercício democrático de consolidar os líderes e banir impositores.
O surgimento de lideranças dotadas de popularidade, reconhecimento e respeito é o que se deseja a cada renovação democrática de gestores públicos. Recentemente novos gestores públicos municipais (re)assumiram suas funções vislumbrando sérios desafios. Contando com o apoio da grande maioria de suas comunidades tornaram-se fiéis depositários de confiança e esperança. Confiança e esperança devidamente preservadas, preservam a popularidade da liderança. Preservam a própria liderança.
Mas há riscos! Equívocos podem ser cometidos. Demonstrações exageradas de autoridade do gestor sobre seus subordinados, bravatas, auto-imposição de imagem pessoal. Isto gera o chamado populismo. Isto pode ser um caminho perigoso. A história tem demonstrado que líderes sustentados por manifestações populistas tornaram-se vítimas de suas próprias convicções. As mesmas multidões movidas pela autoridade populista que a glorificam, também a condenam.
A tênue linha que separa a popularidade do populismo está em alguns aspectos a considerar. O líder pauta-se em projetos, busca o esforço coletivo, privilegia o diálogo e os valores humanos e democráticos. O impositor pauta-se em delírios individuais, apenas comunica suas decisões e considera apenas as suas próprias convicções. O líder constrói “naturalmente” mudanças graduais, transforma e vive a história, gera qualidade de vida, é ético, solidário. O impositor determina mudanças, é a própria história, gera exaltação, é moral e solitário.
O líder coordena, flexibiliza, arrebanha talentos, motiva esforços, está com os outros. O impositor comanda, reina, domina, se prevalece, está sobre os outros. Enquanto o líder utiliza-se de suas qualidades e habilidades, o impositor se vale de sua autoridade.
O exercício contínuo da democracia educa. Faz escolher cada vez melhor pelos acertos e pelos e erros. Neste tempo que testemunhando o início de novas gestões municipais é bastante oportuno observar estes erros e acertos. Podemos e devemos avaliar criteriosamente o que acontece. É dever de quem administra o que nos pertence, nos ouvir, respeitar nosso patrimônio, melhorar nossas vidas, garantir bem-estar em nossas cidades.
Como foi dito, a linha que separa a popularidade do populismo é tênue, quase imperceptível. Assim certas atitudes do tipo “vamos por ordem na casa” podem parecer espírito de liderança quando na verdade representam a excrescência do autoritarismo impositivo e populista. Evidentemente há casos em que é preciso realmente “ordenar a casa”. Quando delegamos poderes pelo viés democrático é preciso faze-lo de forma coerente e crítica. Isto é possível pelo constante exercício democrático de consolidar os líderes e banir impositores.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
CONECTANDO SUJEITOS, TECENDO O SABER
A criação dos meios virtuais através da INERNET, assim como ocorreu com muitos saberes da ciência moderna são fruto do acaso. Como se percebe sem a intenção de transformar um mecanismo de comunicação interna no maior veículo de divulgação de saberes e informações é hoje uma necessidade mundial.
Mais do que isso, certamente não se tinha a pretensão de transformar aquele mecanismo em meio de formação de pessoas. Seria inimaginável, na década de 1970, supor que este recurso seria utilizado em ambientes educacionais, mas hoje é praticamente impossível supor uma instituição de ensino sem o uso deste recurso.
O fluxo da ciência da ciência se dá na aposta no incerto. De acordo com MORIN e LE MOINGNE (2000, p. 132) “o incerto fundamental está escondido atrás de todas as certezas locais”, o que garante que nada pode ser completamente previsto e lançado ao campo das certezas. Se fosse assim certamente o embrião da INTERNET teria sido ‘abortado’ logo no final da guerra fria, pois a função para o qual havia sido forjada se perdeu.
Neste sentido é possível identificar a sensibilidade do espírito investigador da humanidade que é capaz de envolver diferentes saberes para cumprir funções diversas. É uma característica da chamada complexidade humana que faz do homem não apenas criador, mas inovador de suas próprias criações.
Diante disto há dúvidas em relação aos caminhos possíveis para a humanidade. Assim HORGAN (1998, p. 48) afirma que “a ciência do século XX deu origem a um paradoxo maravilhoso. O mesmo progresso extraordinário que gerou as previsões de que em breve talvez conheçamos tudo o que pode ser conhecido também alimentou dúvidas quanto ao nosso verdadeiro poder de conhecer alguma coisa”. Isto leva a crer que não é possível prever o alcance efetivo da ciência em relação a ela própria. Será portanto impossível prever projetos pedagógicos envolvendo o uso das TICs por longo tempo, até porque não se sabe que recursos serão disponibilizados pelos próximos anos.
O que é possível afirmar é que as TICs conquistaram seu espaço na vida das pessoas, inclusive no campo educacional e não haverá como desfazer este vínculo. Outra possibilidade será o de inserir valores que garantam o uso destes recursos de forma solidária e humana e não servindo como fator de diferenciação de seres humanos.
Estes valores são fundamentais para que qualquer saber sirva para dignificar ainda mais a vida humana. Neste sentido SOUZA (2001, p. 70) lembra que “a vontade é o princípio movente de toda a atividade humana. Não basta o desenvolvimento do querer. O saber, em si, não serviria para nada sem colocar-se ao serviço e à guia da vida prática. O que torna o homem bom não é o seu saber, mas o seu modo de comportar-se”. É bom lembrar que estes comportamentos não são ensinados nem mesmo utilizando as mais modernas tecnologias. Ao contrário, antes de se tratar de qualquer conteúdo é preciso debater e discutir valores inerentes não ao saber, mas a vida das pessoas.
Nos dizeres de GOMÉZ (2000, p. 13)
“a espécie humana, constituída biologicamente como tal, elabora instrumentos, artefatos, costumes, normas, códigos de comunicação e convivência como mecanismos imprescindíveis para a sobrevivência dos grupos e da espécie. Paralelamente, e posto que as aquisições adaptativas da espécie às peculiaridades do meio não se fixam biologicamente nem se transmitem através da herança genética, os grupos humanos põem em andamento mecanismo e sistemas externos de transmissão para garantir a sobrevivência nas novas gerações de suas conquistas históricas. Este processo de aquisição por parte das novas gerações das conquistas sociais – processo de socialização – costuma de denominar-se genericamente como processo de educação”.
Desta forma é possível dizer que a educação desempenha funções sociais e humanas através das quais será possível constituir seres humanos altamente capazes de lutar por sua dignidade. A função da escola portanto, está garantida e sempre mais exigida pelo contexto em que se vive. A escola, ao lado da família, será a mais humana das instituições e não pode perder esta característica.
As tecnologias serão importantes aliadas nesta perspectiva e deverão ser utilizadas de forma adequada para que cada ser humano possa se forjar com autor e ator de sua própria formação. A luta deverá ser pelo resgate de valores humanos no interior de nossas instituições de ensino e na universalização dos direitos, inclusive o de utilizar de tecnologias, para que todas as crianças e adolescentes possam garantir sua dignidade e sua condição de cidadãos do mundo.
GOMÉZ, A. I. Pérez. As funções sociais da escola: da reprodução à reconstrução crítica do conhecimento e da experiência. In: SACRISTÁN, J. Gimeno & GÓMEZ, A. I. Pérez. Compreender e transformar o ensino. Tradução: Ernani F. da Fonseca Rosa. Porto Alegre (RS): ArteMed editora. 2000.
HORGAN, John. O fim da ciência: uma discussão sobre os limites do conhecimento científico. Tradução: Rosaura Eichemberg. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
MORIN, Edgar e LE MOINGNE, Jean-Louis. A inteligência da complexidade. Tradução: Nurimar Maria Falci. São Paulo: Peirópolis, 2000. (Série Nova Consciência).
SOUZA, Nivaldo Alves de. A criança como pessoa: na visão de Tomás de Aquino e Matthew Lipman. Florianópolis (SC): Sophos, 2001.
Mais do que isso, certamente não se tinha a pretensão de transformar aquele mecanismo em meio de formação de pessoas. Seria inimaginável, na década de 1970, supor que este recurso seria utilizado em ambientes educacionais, mas hoje é praticamente impossível supor uma instituição de ensino sem o uso deste recurso.
O fluxo da ciência da ciência se dá na aposta no incerto. De acordo com MORIN e LE MOINGNE (2000, p. 132) “o incerto fundamental está escondido atrás de todas as certezas locais”, o que garante que nada pode ser completamente previsto e lançado ao campo das certezas. Se fosse assim certamente o embrião da INTERNET teria sido ‘abortado’ logo no final da guerra fria, pois a função para o qual havia sido forjada se perdeu.
Neste sentido é possível identificar a sensibilidade do espírito investigador da humanidade que é capaz de envolver diferentes saberes para cumprir funções diversas. É uma característica da chamada complexidade humana que faz do homem não apenas criador, mas inovador de suas próprias criações.
Diante disto há dúvidas em relação aos caminhos possíveis para a humanidade. Assim HORGAN (1998, p. 48) afirma que “a ciência do século XX deu origem a um paradoxo maravilhoso. O mesmo progresso extraordinário que gerou as previsões de que em breve talvez conheçamos tudo o que pode ser conhecido também alimentou dúvidas quanto ao nosso verdadeiro poder de conhecer alguma coisa”. Isto leva a crer que não é possível prever o alcance efetivo da ciência em relação a ela própria. Será portanto impossível prever projetos pedagógicos envolvendo o uso das TICs por longo tempo, até porque não se sabe que recursos serão disponibilizados pelos próximos anos.
O que é possível afirmar é que as TICs conquistaram seu espaço na vida das pessoas, inclusive no campo educacional e não haverá como desfazer este vínculo. Outra possibilidade será o de inserir valores que garantam o uso destes recursos de forma solidária e humana e não servindo como fator de diferenciação de seres humanos.
Estes valores são fundamentais para que qualquer saber sirva para dignificar ainda mais a vida humana. Neste sentido SOUZA (2001, p. 70) lembra que “a vontade é o princípio movente de toda a atividade humana. Não basta o desenvolvimento do querer. O saber, em si, não serviria para nada sem colocar-se ao serviço e à guia da vida prática. O que torna o homem bom não é o seu saber, mas o seu modo de comportar-se”. É bom lembrar que estes comportamentos não são ensinados nem mesmo utilizando as mais modernas tecnologias. Ao contrário, antes de se tratar de qualquer conteúdo é preciso debater e discutir valores inerentes não ao saber, mas a vida das pessoas.
Nos dizeres de GOMÉZ (2000, p. 13)
“a espécie humana, constituída biologicamente como tal, elabora instrumentos, artefatos, costumes, normas, códigos de comunicação e convivência como mecanismos imprescindíveis para a sobrevivência dos grupos e da espécie. Paralelamente, e posto que as aquisições adaptativas da espécie às peculiaridades do meio não se fixam biologicamente nem se transmitem através da herança genética, os grupos humanos põem em andamento mecanismo e sistemas externos de transmissão para garantir a sobrevivência nas novas gerações de suas conquistas históricas. Este processo de aquisição por parte das novas gerações das conquistas sociais – processo de socialização – costuma de denominar-se genericamente como processo de educação”.
Desta forma é possível dizer que a educação desempenha funções sociais e humanas através das quais será possível constituir seres humanos altamente capazes de lutar por sua dignidade. A função da escola portanto, está garantida e sempre mais exigida pelo contexto em que se vive. A escola, ao lado da família, será a mais humana das instituições e não pode perder esta característica.
As tecnologias serão importantes aliadas nesta perspectiva e deverão ser utilizadas de forma adequada para que cada ser humano possa se forjar com autor e ator de sua própria formação. A luta deverá ser pelo resgate de valores humanos no interior de nossas instituições de ensino e na universalização dos direitos, inclusive o de utilizar de tecnologias, para que todas as crianças e adolescentes possam garantir sua dignidade e sua condição de cidadãos do mundo.
GOMÉZ, A. I. Pérez. As funções sociais da escola: da reprodução à reconstrução crítica do conhecimento e da experiência. In: SACRISTÁN, J. Gimeno & GÓMEZ, A. I. Pérez. Compreender e transformar o ensino. Tradução: Ernani F. da Fonseca Rosa. Porto Alegre (RS): ArteMed editora. 2000.
HORGAN, John. O fim da ciência: uma discussão sobre os limites do conhecimento científico. Tradução: Rosaura Eichemberg. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
MORIN, Edgar e LE MOINGNE, Jean-Louis. A inteligência da complexidade. Tradução: Nurimar Maria Falci. São Paulo: Peirópolis, 2000. (Série Nova Consciência).
SOUZA, Nivaldo Alves de. A criança como pessoa: na visão de Tomás de Aquino e Matthew Lipman. Florianópolis (SC): Sophos, 2001.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
CONECTANDO SUJEITOS, TECENDO O SABER
A criação dos meios virtuais através da INERNET, assim como ocorreu com muitos saberes da ciência moderna são fruto do acaso. Como se percebe sem a intenção de transformar um mecanismo de comunicação interna no maior veículo de divulgação de saberes e informações é hoje uma necessidade mundial.
Mais do que isso, certamente não se tinha a pretensão de transformar aquele mecanismo em meio de formação de pessoas. Seria inimaginável, na década de 1970, supor que este recurso seria utilizado em ambientes educacionais, mas hoje é praticamente impossível supor uma instituição de ensino sem o uso deste recurso.
O fluxo da ciência da ciência se dá na aposta no incerto. De acordo com MORIN e LE MOINGNE (2000, p. 132) “o incerto fundamental está escondido atrás de todas as certezas locais”, o que garante que nada pode ser completamente previsto e lançado ao campo das certezas. Se fosse assim certamente o embrião da INTERNET teria sido ‘abortado’ logo no final da guerra fria, pois a função para o qual havia sido forjada se perdeu.
Neste sentido é possível identificar a sensibilidade do espírito investigador da humanidade que é capaz de envolver diferentes saberes para cumprir funções diversas. É uma característica da chamada complexidade humana que faz do homem não apenas criador, mas inovador de suas próprias criações.
Diante disto há dúvidas em relação aos caminhos possíveis para a humanidade. Assim HORGAN (1998, p. 48) afirma que “a ciência do século XX deu origem a um paradoxo maravilhoso. O mesmo progresso extraordinário que gerou as previsões de que em breve talvez conheçamos tudo o que pode ser conhecido também alimentou dúvidas quanto ao nosso verdadeiro poder de conhecer alguma coisa”. Isto leva a crer que não é possível prever o alcance efetivo da ciência em relação a ela própria. Será portanto impossível prever projetos pedagógicos envolvendo o uso das TICs por longo tempo, até porque não se sabe que recursos serão disponibilizados pelos próximos anos.
O que é possível afirmar é que as TICs conquistaram seu espaço na vida das pessoas, inclusive no campo educacional e não haverá como desfazer este vínculo. Outra possibilidade será o de inserir valores que garantam o uso destes recursos de forma solidária e humana e não servindo como fator de diferenciação de seres humanos.
Estes valores são fundamentais para que qualquer saber sirva para dignificar ainda mais a vida humana. Neste sentido SOUZA (2001, p. 70) lembra que “a vontade é o princípio movente de toda a atividade humana. Não basta o desenvolvimento do querer. O saber, em si, não serviria para nada sem colocar-se ao serviço e à guia da vida prática. O que torna o homem bom não é o seu saber, mas o seu modo de comportar-se”. É bom lembrar que estes comportamentos não são ensinados nem mesmo utilizando as mais modernas tecnologias. Ao contrário, antes de se tratar de qualquer conteúdo é preciso debater e discutir valores inerentes não ao saber, mas a vida das pessoas.
Nos dizeres de GOMÉZ (2000, p. 13)
“a espécie humana, constituída biologicamente como tal, elabora instrumentos, artefatos, costumes, normas, códigos de comunicação e convivência como mecanismos imprescindíveis para a sobrevivência dos grupos e da espécie. Paralelamente, e posto que as aquisições adaptativas da espécie às peculiaridades do meio não se fixam biologicamente nem se transmitem através da herança genética, os grupos humanos põem em andamento mecanismo e sistemas externos de transmissão para garantir a sobrevivência nas novas gerações de suas conquistas históricas. Este processo de aquisição por parte das novas gerações das conquistas sociais – processo de socialização – costuma de denominar-se genericamente como processo de educação”.
Desta forma é possível dizer que a educação desempenha funções sociais e humanas através das quais será possível constituir seres humanos altamente capazes de lutar por sua dignidade. A função da escola portanto, está garantida e sempre mais exigida pelo contexto em que se vive. A escola, ao lado da família, será a mais humana das instituições e não pode perder esta característica.
As tecnologias serão importantes aliadas nesta perspectiva e deverão ser utilizadas de forma adequada para que cada ser humano possa se forjar com autor e ator de sua própria formação. A luta deverá ser pelo resgate de valores humanos no interior de nossas instituições de ensino e na universalização dos direitos, inclusive o de utilizar de tecnologias, para que todas as crianças e adolescentes possam garantir sua dignidade e sua condição de cidadãos do mundo.
GOMÉZ, A. I. Pérez. As funções sociais da escola: da reprodução à reconstrução crítica do conhecimento e da experiência. In: SACRISTÁN, J. Gimeno & GÓMEZ, A. I. Pérez. Compreender e transformar o ensino. Tradução: Ernani F. da Fonseca Rosa. Porto Alegre (RS): ArteMed editora. 2000.
HORGAN, John. O fim da ciência: uma discussão sobre os limites do conhecimento científico. Tradução: Rosaura Eichemberg. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
MORIN, Edgar e LE MOINGNE, Jean-Louis. A inteligência da complexidade. Tradução: Nurimar Maria Falci. São Paulo: Peirópolis, 2000. (Série Nova Consciência).
SOUZA, Nivaldo Alves de. A criança como pessoa: na visão de Tomás de Aquino e Matthew Lipman. Florianópolis (SC): Sophos, 2001.
Mais do que isso, certamente não se tinha a pretensão de transformar aquele mecanismo em meio de formação de pessoas. Seria inimaginável, na década de 1970, supor que este recurso seria utilizado em ambientes educacionais, mas hoje é praticamente impossível supor uma instituição de ensino sem o uso deste recurso.
O fluxo da ciência da ciência se dá na aposta no incerto. De acordo com MORIN e LE MOINGNE (2000, p. 132) “o incerto fundamental está escondido atrás de todas as certezas locais”, o que garante que nada pode ser completamente previsto e lançado ao campo das certezas. Se fosse assim certamente o embrião da INTERNET teria sido ‘abortado’ logo no final da guerra fria, pois a função para o qual havia sido forjada se perdeu.
Neste sentido é possível identificar a sensibilidade do espírito investigador da humanidade que é capaz de envolver diferentes saberes para cumprir funções diversas. É uma característica da chamada complexidade humana que faz do homem não apenas criador, mas inovador de suas próprias criações.
Diante disto há dúvidas em relação aos caminhos possíveis para a humanidade. Assim HORGAN (1998, p. 48) afirma que “a ciência do século XX deu origem a um paradoxo maravilhoso. O mesmo progresso extraordinário que gerou as previsões de que em breve talvez conheçamos tudo o que pode ser conhecido também alimentou dúvidas quanto ao nosso verdadeiro poder de conhecer alguma coisa”. Isto leva a crer que não é possível prever o alcance efetivo da ciência em relação a ela própria. Será portanto impossível prever projetos pedagógicos envolvendo o uso das TICs por longo tempo, até porque não se sabe que recursos serão disponibilizados pelos próximos anos.
O que é possível afirmar é que as TICs conquistaram seu espaço na vida das pessoas, inclusive no campo educacional e não haverá como desfazer este vínculo. Outra possibilidade será o de inserir valores que garantam o uso destes recursos de forma solidária e humana e não servindo como fator de diferenciação de seres humanos.
Estes valores são fundamentais para que qualquer saber sirva para dignificar ainda mais a vida humana. Neste sentido SOUZA (2001, p. 70) lembra que “a vontade é o princípio movente de toda a atividade humana. Não basta o desenvolvimento do querer. O saber, em si, não serviria para nada sem colocar-se ao serviço e à guia da vida prática. O que torna o homem bom não é o seu saber, mas o seu modo de comportar-se”. É bom lembrar que estes comportamentos não são ensinados nem mesmo utilizando as mais modernas tecnologias. Ao contrário, antes de se tratar de qualquer conteúdo é preciso debater e discutir valores inerentes não ao saber, mas a vida das pessoas.
Nos dizeres de GOMÉZ (2000, p. 13)
“a espécie humana, constituída biologicamente como tal, elabora instrumentos, artefatos, costumes, normas, códigos de comunicação e convivência como mecanismos imprescindíveis para a sobrevivência dos grupos e da espécie. Paralelamente, e posto que as aquisições adaptativas da espécie às peculiaridades do meio não se fixam biologicamente nem se transmitem através da herança genética, os grupos humanos põem em andamento mecanismo e sistemas externos de transmissão para garantir a sobrevivência nas novas gerações de suas conquistas históricas. Este processo de aquisição por parte das novas gerações das conquistas sociais – processo de socialização – costuma de denominar-se genericamente como processo de educação”.
Desta forma é possível dizer que a educação desempenha funções sociais e humanas através das quais será possível constituir seres humanos altamente capazes de lutar por sua dignidade. A função da escola portanto, está garantida e sempre mais exigida pelo contexto em que se vive. A escola, ao lado da família, será a mais humana das instituições e não pode perder esta característica.
As tecnologias serão importantes aliadas nesta perspectiva e deverão ser utilizadas de forma adequada para que cada ser humano possa se forjar com autor e ator de sua própria formação. A luta deverá ser pelo resgate de valores humanos no interior de nossas instituições de ensino e na universalização dos direitos, inclusive o de utilizar de tecnologias, para que todas as crianças e adolescentes possam garantir sua dignidade e sua condição de cidadãos do mundo.
GOMÉZ, A. I. Pérez. As funções sociais da escola: da reprodução à reconstrução crítica do conhecimento e da experiência. In: SACRISTÁN, J. Gimeno & GÓMEZ, A. I. Pérez. Compreender e transformar o ensino. Tradução: Ernani F. da Fonseca Rosa. Porto Alegre (RS): ArteMed editora. 2000.
HORGAN, John. O fim da ciência: uma discussão sobre os limites do conhecimento científico. Tradução: Rosaura Eichemberg. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
MORIN, Edgar e LE MOINGNE, Jean-Louis. A inteligência da complexidade. Tradução: Nurimar Maria Falci. São Paulo: Peirópolis, 2000. (Série Nova Consciência).
SOUZA, Nivaldo Alves de. A criança como pessoa: na visão de Tomás de Aquino e Matthew Lipman. Florianópolis (SC): Sophos, 2001.
sábado, 13 de dezembro de 2008
O CONTEXTO VIRTUAL E APLICABILIDADE EDUCACIONAL
Os ambientes virtuais são responsáveis pela circulação de informações entre um contingente cada vez maior de pessoas. O aumento de pessoas com computador em seus lares e políticas públicas de socialização das tecnologias educacionais tem feito com que um número cada vez maior de acessos.
As salas de informática com acesso a INTERNET, presentes num grande número de escolas (especialmente públicas) e a criação dos Telecentros em praticamente todos os municípios do país tem oportunizado um crescente processo de universalização do acesso à esta importante mídia.
Sites de pesquisa oportunizam pesquisas altamente seletivas onde qualquer pessoa poderá ter acesso a informações que noutros tempos eram altamente restritos. Cabe ao educador e a educadora a responsabilidade de oferecer ao educando as condições mínimas para identificar os sites e informações que realmente merecem credibilidade. O gosto pelo mundo virtual é facilmente despertado entre crianças e adolescentes. Sites como o da Wikipédia ou Domínio Público são altamente adequados a pesquisas para estudantes.
Além deste há sites oficiais e instituições de ensino, de pesquisa e órgãos públicos em geral que oferecem informações de qualidade. Graças a estes recursos é possível inclusive participar de cursos de formação como o que estamos inseridos, oportunizando condições de participação por parte de um número cada vez mais significativo de pessoas. Neste sentido é louvável o esforço do MEC e das secretarias estaduais e municipais de educação no sentido de incluir digitalmente o maior número de pessoas.
Numa compreensão mais amplo do processo de inserção da informação na vida das pessoas BOFF (1994, p 16) lembra que “A base não é mais o trabalho, mas a comunicação e a informatização”. Mais do que aprender a trabalhar, a jovem contemporâneo necessita saber como acessar e o que fazer com o conhecimento. Sem isso, será apenas um ser humano capaz de cumprir ordens e determinações que eventualmente lhe são impostas, renunciando a sua própria identidade.
Não se está propondo portanto, uma escola que prepare o ser humano a elaboração de técnicas de domínio de determinados instrumentos que em seguida passam a dominá-lo. Neste sentido ENGUITA (1989, p. 16) lembra que a “a maquinaria estabelece um ritmo mecânico ao qual o trabalhador, como apêndice, tem que se subordinar, incorporando em seu mecanismo uma regulação do tempo e da intensidade que, sem ela, exigiria elevados custos de supervisão”. Ao contrário, o uso de ambientes virtuais no processo de formação de seres humanos é para fazer com que o ser humano domine instrumentos que lhe oportunizem mais tempo para dedicar-se a si, a sua família e as ocupações que sejam estritamente humanas.
Este é o desafio do educador neste contexto. Não é fazer com que a criança permaneça horas diante de um computador, mas que utilize este recurso para que possa ter mais tempo para ser criança. A INTERNET não poderá por sua vez substituir livros ou outros meios de transmissão de discussão de saberes. É preciso estimular este aspecto humano de construir-se e este é um caminho fundamental em favor da humanização. FREIRE (1999, p. 81) lembra que “não há diálogo, se não há uma intensa fé nos homens. Fé no seu poder de fazer e de refazer”. Sem o homem (homem e mulher) não há processo de humanização e nem teria pra que.
O estímulo a este tipo de pesquisa impõe um espírito crítico bastante aguçado em favor da compreensão daquilo que realmente é de valor. Novamente é necessário construir elementos éticos que possam agregar novas perspectivas ao processo educacional. No trabalho planejado para tratar da história da cidade de Rodeio, deseja-se estabelecer para os alunos, metas não apenas de acúmulo de informações, mas de discussões para compreender os motivos pelos quais fomos lançados a este contexto.
O propósito deste trabalho será o de humanizar a inserção das tecnologias na construção de pesquisas contextuais. Contextualizar fatos históricos, compreender fenômenos do presente e lançar-se em perspectivas futuras é possível pela pesquisa contextual, política e histórica. Para divulgar os resultados da pesquisa e facilitar a interação com outros pesquisadores o uso de meios virtuais como os BLOGs será fundamental para que mais pessoas possam compartilhar da referida pesquisa.
Desta forma os possíveis resultados da pesquisa serão amplamente divulgados e deixarão de ser apenas o cumprimento burocrático de um trabalho de final de curso para ser um documento que alimente discussões significativas em relação ao tema. Assim, pode-se dizer que os recursos de informática, os ambientes virtuais e as mídias em geral serão um importante aliado na motivação para que os estudantes se estimulem para a pesquisa. Criar este hábito é uma característica inovadora na educação básica e que pode ter nos recursos da mídia, importantes aliados.
BOFF, Leonardo. Nova era: a civilização planetária – desafios à sociedade e ao cristianismo. 2ª edição. São Paulo: Ática, 1994.
ENGUITA, Mariano Fernández. A face oculta da escola: educação e trabalho no capitalismo. Tradução: Tomaz Tadeu da Silva. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 26ª edição. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1999
As salas de informática com acesso a INTERNET, presentes num grande número de escolas (especialmente públicas) e a criação dos Telecentros em praticamente todos os municípios do país tem oportunizado um crescente processo de universalização do acesso à esta importante mídia.
Sites de pesquisa oportunizam pesquisas altamente seletivas onde qualquer pessoa poderá ter acesso a informações que noutros tempos eram altamente restritos. Cabe ao educador e a educadora a responsabilidade de oferecer ao educando as condições mínimas para identificar os sites e informações que realmente merecem credibilidade. O gosto pelo mundo virtual é facilmente despertado entre crianças e adolescentes. Sites como o da Wikipédia ou Domínio Público são altamente adequados a pesquisas para estudantes.
Além deste há sites oficiais e instituições de ensino, de pesquisa e órgãos públicos em geral que oferecem informações de qualidade. Graças a estes recursos é possível inclusive participar de cursos de formação como o que estamos inseridos, oportunizando condições de participação por parte de um número cada vez mais significativo de pessoas. Neste sentido é louvável o esforço do MEC e das secretarias estaduais e municipais de educação no sentido de incluir digitalmente o maior número de pessoas.
Numa compreensão mais amplo do processo de inserção da informação na vida das pessoas BOFF (1994, p 16) lembra que “A base não é mais o trabalho, mas a comunicação e a informatização”. Mais do que aprender a trabalhar, a jovem contemporâneo necessita saber como acessar e o que fazer com o conhecimento. Sem isso, será apenas um ser humano capaz de cumprir ordens e determinações que eventualmente lhe são impostas, renunciando a sua própria identidade.
Não se está propondo portanto, uma escola que prepare o ser humano a elaboração de técnicas de domínio de determinados instrumentos que em seguida passam a dominá-lo. Neste sentido ENGUITA (1989, p. 16) lembra que a “a maquinaria estabelece um ritmo mecânico ao qual o trabalhador, como apêndice, tem que se subordinar, incorporando em seu mecanismo uma regulação do tempo e da intensidade que, sem ela, exigiria elevados custos de supervisão”. Ao contrário, o uso de ambientes virtuais no processo de formação de seres humanos é para fazer com que o ser humano domine instrumentos que lhe oportunizem mais tempo para dedicar-se a si, a sua família e as ocupações que sejam estritamente humanas.
Este é o desafio do educador neste contexto. Não é fazer com que a criança permaneça horas diante de um computador, mas que utilize este recurso para que possa ter mais tempo para ser criança. A INTERNET não poderá por sua vez substituir livros ou outros meios de transmissão de discussão de saberes. É preciso estimular este aspecto humano de construir-se e este é um caminho fundamental em favor da humanização. FREIRE (1999, p. 81) lembra que “não há diálogo, se não há uma intensa fé nos homens. Fé no seu poder de fazer e de refazer”. Sem o homem (homem e mulher) não há processo de humanização e nem teria pra que.
O estímulo a este tipo de pesquisa impõe um espírito crítico bastante aguçado em favor da compreensão daquilo que realmente é de valor. Novamente é necessário construir elementos éticos que possam agregar novas perspectivas ao processo educacional. No trabalho planejado para tratar da história da cidade de Rodeio, deseja-se estabelecer para os alunos, metas não apenas de acúmulo de informações, mas de discussões para compreender os motivos pelos quais fomos lançados a este contexto.
O propósito deste trabalho será o de humanizar a inserção das tecnologias na construção de pesquisas contextuais. Contextualizar fatos históricos, compreender fenômenos do presente e lançar-se em perspectivas futuras é possível pela pesquisa contextual, política e histórica. Para divulgar os resultados da pesquisa e facilitar a interação com outros pesquisadores o uso de meios virtuais como os BLOGs será fundamental para que mais pessoas possam compartilhar da referida pesquisa.
Desta forma os possíveis resultados da pesquisa serão amplamente divulgados e deixarão de ser apenas o cumprimento burocrático de um trabalho de final de curso para ser um documento que alimente discussões significativas em relação ao tema. Assim, pode-se dizer que os recursos de informática, os ambientes virtuais e as mídias em geral serão um importante aliado na motivação para que os estudantes se estimulem para a pesquisa. Criar este hábito é uma característica inovadora na educação básica e que pode ter nos recursos da mídia, importantes aliados.
BOFF, Leonardo. Nova era: a civilização planetária – desafios à sociedade e ao cristianismo. 2ª edição. São Paulo: Ática, 1994.
ENGUITA, Mariano Fernández. A face oculta da escola: educação e trabalho no capitalismo. Tradução: Tomaz Tadeu da Silva. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 26ª edição. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1999
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
A complexidade humana no uso do computador
A COMPLEXIDADE HUMANA NO USO DO COMPUTADOR
O processo de construção do conhecimento nas diferente áreas é altamente dinâmico nos mais diferentes campos. No das mídias não poderia ser diferente. Ao contrário as mídias são geradoras de progressos jamais vistos na história da humanidade. Certamente nenhum outro campo do conhecimento tenha passado por tantas mudanças quanto o da informática.
O surgimento o computador exigiu um agregado de outras estruturas lógicas para operá-lo e adaptá-lo as necessidades efetivas que se passou a ter. mais do que funcionar adequadamente era preciso que se torna-se rápido, efeciente, etc. assim surgem as plataformas que permite congregar uma série de comandos num único ambiente facilitando o processo de operacionalização do computador e de todas as suas potencialidades.
Do ponto de vista econômico o uso das máquinas e de seus aplicativos, pode-se dizer que tem gerado economia de materiais, tempo e tornado muito prática a comunicação entre as pessoas. É um mérito a ser considerado e que justifica qualquer investimento no sentido de tornar o computador um equipamento tão comum quanto TV, fogão e mesa na casa das pessoas.
Eis o grande desafio: universalizar a aquisição do computador para que o uso seja igualmente universal. Pois se não for assim, ele próprio se torna instrumento de exclusão. Percebe-se isso nitidamente entre educadores que por várias razões não utilizam este instrumento. É uma realidade verdadeiramente complexa que exige diferentes habilidades por parte de quem se propõe educar. Assim, num curso de capacitação é preciso fazer com que os educadores e educadoras percebam a necessidade de se compreender o contexto espacial e histórico que evolve a formação de seres humanos.
Muitos resistem a sua utilização por comodismo ou falta de motivação para tal. Até possuem o recurso mas ainda não se sensibilizaram para o potencial disponível nestas máquinas. Cria-se um verdadeiro pré-conceito em relação às mídias como se estas pudessem substituir as pessoas naquilo que é essencialmente humano. Estes pré-conceitos necessitam ser rompidos gradualmente, porém jamais ignorados.
Neste sentido SANTOS (1989, p.39) “os preconceitos são constitutivos do nosso ser e da nossa historicidade e, por isso, não podem ser levianamente considerados cegos, infundados ou negativos. São eles que nos capacitam a agir e nos abrem à experiência e, por isso, a compreensão do nosso estar no mundo não pode de modo nenhum dispensá-los”. Este é um desafio a ser encampado pelas instituições de ensino de forma a aproximar todos os seres humanos a um patamar próximo, que lhe garanta condições de lutar por seu espaço de forma digna e humana. Evidentemente há quem não o possua recursos para adquirir seu computador e então será necessárias políticas publicas que permitam esta acessibilidade.
Mas a discussão que propomos estabelece uma relação direta entre o ser humano e a possibilidade de conhecer. Neste sentido é preciso construir projeto pedagógicos que contemple a realidade local e inserir nela as novas perspectivas tecnológicas. Neste sentido FREIRE (1992, p. 86) “o respeito ao saber popular implica necessariamente o respeito ao contexto cultural. A localidade dos educandos é o ponto de partida para o conhecimento que eles vão criando do mundo”. Assim, por exemplo, utilizando a Plataforma LINUX, foi possível em 2007, realizar um trabalho de iniciação à alfabetização com crianças e adolescentes de 5ª série na EEB Teófilo Nolasco de Almeida em Benedito Novo. Foi possível pela identificação do contexto, perceber que a utilização das tecnologias, pode servir para sanar problemas considerados instransponíveis por métodos convencionais de ação pedagógica.
No sentido de ampliar as possibilidades é possível identificar a INTERNET como instrumento de socialização de saberes. Aqui novamente é necessário destacar a necessidade de universalizar o acesso a este mecanismo de distribuição de conhecimentos.
Assim, neste curso de formação de educadores é imprescindível um apelo a inclusão de valores para que o uso da INTERNET não seja apenas um instrumento de inclusão de poucos em detrimento a exclusão da maioria. Trata-se portanto, de um apelo a uma abordagem ética no trato de políticas de inclusão digital, como forma de inclusão de seres humanos num tempo de resgate da dignidade humana. Assim MORIN (2005, p. 51) lembra que “a ética da compreensão humana constitui, sem dúvida, uma exigência chave de nossos tempos de incompreensão generalizada: vivemos em um mundo de incompreensão entre estranhos, mas também entre membros de um casal, entre filhos e pais”. Assim, os que dominam determinadas tecnologias e métodos não podem ser a exceção, mas a regra, de tal forma que seja possível garantir a todos os seres humanos, as condições mínimas de convívio com os recursos e tecnologias criados pelo próprio homem.
Assim, é preciso compreender que a complexidade que envolve o uso de computador e de seus recursos deve ser tão discutida quanto as políticas públicas de universalização de seu acesso ou das metodologias possíveis. Neste sentido é preciso compreender que as tecnologias podem ser um fator de promoção de seres humanos e construtor de uma sociedade mais humana e solidária.
Referências Bibliográficas
FREIRE, Paulo. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido.Rio de Janeiro: Paz e Terra: 1992.
MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. Tradução: Eloá Jacobina – 11ª edição. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.
SANTOS, Boaventura de Souza. Introdução a uma ciência pós-moderna. Rio de Janeiro: Graal, 1989.
O processo de construção do conhecimento nas diferente áreas é altamente dinâmico nos mais diferentes campos. No das mídias não poderia ser diferente. Ao contrário as mídias são geradoras de progressos jamais vistos na história da humanidade. Certamente nenhum outro campo do conhecimento tenha passado por tantas mudanças quanto o da informática.
O surgimento o computador exigiu um agregado de outras estruturas lógicas para operá-lo e adaptá-lo as necessidades efetivas que se passou a ter. mais do que funcionar adequadamente era preciso que se torna-se rápido, efeciente, etc. assim surgem as plataformas que permite congregar uma série de comandos num único ambiente facilitando o processo de operacionalização do computador e de todas as suas potencialidades.
Do ponto de vista econômico o uso das máquinas e de seus aplicativos, pode-se dizer que tem gerado economia de materiais, tempo e tornado muito prática a comunicação entre as pessoas. É um mérito a ser considerado e que justifica qualquer investimento no sentido de tornar o computador um equipamento tão comum quanto TV, fogão e mesa na casa das pessoas.
Eis o grande desafio: universalizar a aquisição do computador para que o uso seja igualmente universal. Pois se não for assim, ele próprio se torna instrumento de exclusão. Percebe-se isso nitidamente entre educadores que por várias razões não utilizam este instrumento. É uma realidade verdadeiramente complexa que exige diferentes habilidades por parte de quem se propõe educar. Assim, num curso de capacitação é preciso fazer com que os educadores e educadoras percebam a necessidade de se compreender o contexto espacial e histórico que evolve a formação de seres humanos.
Muitos resistem a sua utilização por comodismo ou falta de motivação para tal. Até possuem o recurso mas ainda não se sensibilizaram para o potencial disponível nestas máquinas. Cria-se um verdadeiro pré-conceito em relação às mídias como se estas pudessem substituir as pessoas naquilo que é essencialmente humano. Estes pré-conceitos necessitam ser rompidos gradualmente, porém jamais ignorados.
Neste sentido SANTOS (1989, p.39) “os preconceitos são constitutivos do nosso ser e da nossa historicidade e, por isso, não podem ser levianamente considerados cegos, infundados ou negativos. São eles que nos capacitam a agir e nos abrem à experiência e, por isso, a compreensão do nosso estar no mundo não pode de modo nenhum dispensá-los”. Este é um desafio a ser encampado pelas instituições de ensino de forma a aproximar todos os seres humanos a um patamar próximo, que lhe garanta condições de lutar por seu espaço de forma digna e humana. Evidentemente há quem não o possua recursos para adquirir seu computador e então será necessárias políticas publicas que permitam esta acessibilidade.
Mas a discussão que propomos estabelece uma relação direta entre o ser humano e a possibilidade de conhecer. Neste sentido é preciso construir projeto pedagógicos que contemple a realidade local e inserir nela as novas perspectivas tecnológicas. Neste sentido FREIRE (1992, p. 86) “o respeito ao saber popular implica necessariamente o respeito ao contexto cultural. A localidade dos educandos é o ponto de partida para o conhecimento que eles vão criando do mundo”. Assim, por exemplo, utilizando a Plataforma LINUX, foi possível em 2007, realizar um trabalho de iniciação à alfabetização com crianças e adolescentes de 5ª série na EEB Teófilo Nolasco de Almeida em Benedito Novo. Foi possível pela identificação do contexto, perceber que a utilização das tecnologias, pode servir para sanar problemas considerados instransponíveis por métodos convencionais de ação pedagógica.
No sentido de ampliar as possibilidades é possível identificar a INTERNET como instrumento de socialização de saberes. Aqui novamente é necessário destacar a necessidade de universalizar o acesso a este mecanismo de distribuição de conhecimentos.
Assim, neste curso de formação de educadores é imprescindível um apelo a inclusão de valores para que o uso da INTERNET não seja apenas um instrumento de inclusão de poucos em detrimento a exclusão da maioria. Trata-se portanto, de um apelo a uma abordagem ética no trato de políticas de inclusão digital, como forma de inclusão de seres humanos num tempo de resgate da dignidade humana. Assim MORIN (2005, p. 51) lembra que “a ética da compreensão humana constitui, sem dúvida, uma exigência chave de nossos tempos de incompreensão generalizada: vivemos em um mundo de incompreensão entre estranhos, mas também entre membros de um casal, entre filhos e pais”. Assim, os que dominam determinadas tecnologias e métodos não podem ser a exceção, mas a regra, de tal forma que seja possível garantir a todos os seres humanos, as condições mínimas de convívio com os recursos e tecnologias criados pelo próprio homem.
Assim, é preciso compreender que a complexidade que envolve o uso de computador e de seus recursos deve ser tão discutida quanto as políticas públicas de universalização de seu acesso ou das metodologias possíveis. Neste sentido é preciso compreender que as tecnologias podem ser um fator de promoção de seres humanos e construtor de uma sociedade mais humana e solidária.
Referências Bibliográficas
FREIRE, Paulo. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido.Rio de Janeiro: Paz e Terra: 1992.
MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. Tradução: Eloá Jacobina – 11ª edição. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.
SANTOS, Boaventura de Souza. Introdução a uma ciência pós-moderna. Rio de Janeiro: Graal, 1989.
domingo, 23 de novembro de 2008
Quantidade e qualidade: uma equação difícil em educação
Ao se aproximar o final do ano, quando milhares de jovens se submetem a exames de vestibular, é comum se ouvir comparações de desempenho entre alunos provenientes de escolas públicas e privadas. Quantitativamente é impossível não perceber que em termos de aprovações, a escola pública perde em muito da escola privada, especialmente quando se trata de vestibulares para cursos de universidades públicas. Os pais de muitos candidatos, ao verificar o insucesso de seus filhos normalmente são categóricos em afirmar que há 30 ou 40 anos “o ensino era mais forte”. Do ponto de vista dos conteúdos (e não dos conceitos) isso também é verdadeiro, pois a intenção era oferecer ao aluno condições “se virar na vida”.
Mas analisando de forma mais criteriosa é preciso identificar a complexidade envolvida nesta discussão. Não é correto julgar a qualidade do ensino apenas por uma prova que exige alguns conhecimentos e muitas informações. Também não é aceitável supor que a educação básica deva apenas preparar as pessoas para um vestibular. É inaceitável adiar a vida impondo saberes aos alunos dizendo-lhes que é preciso saber para um vestibular que acontecerá anos depois, quando aquele conhecimento já não tem mais sentido, assim como ninguém compra um aparelho, por exemplo, para utilizar anos depois.
Quanto ao “ensino mais forte”, não há dúvidas de que em anos pregressos se aprendia muito mais pela força (palmatória inclusive) do que pelo prazer de saber e reconhecer a utilidade do que se aprendia. Até porque o conhecimento de há 30 ou 40 anos era infinitamente menos do que se tem hoje. Mas o que me parece mais significativo é que há 30 ou 40 anos atrás a escola pública assumia um caráter elitista. Para comprovar isto, basta analisar a quantidade de crianças que nunca tiveram assento em bancos escolares e outros tantos simplesmente desistiam por repetência ou para incrementar a reduzida renda familiar.
Assim os grandes problemas educacionais de hoje não existiam aos olhos da classe média que construiu a sua escola. Com a universalização da escola pública em nível fundamental a classe média acabou rodeada destes problemas. Paralelo a isso parte da classe média migrou para a dos pobres e até miseráveis. Passou a ser parte do problema e não se aceita como tal. Enquanto a criança de classe média, da escola pública ou privada, tem boas noites de sono, mesas fartas, atividades esportivas e culturais e paralelas ao horário escolar, a criança da classe pobre ou miserável tem seu sono interrompido pelo frio, passa fome e no turno oposto ao da escola está complementando a renda de sua família.
Obviamente é preciso ampliar a qualidade da formação de todas as crianças e adolescentes, mas em hipótese alguma se pode pensar em reduzir a quantidade de atendimentos em nossas escolas. Estar na escola, é a esperança para muitas crianças de aprender a escrever seu nome, ler um texto ou até mesmo se alimentar. Aos críticos ao atual sistema de ensino cabe o convite a conhecer verdadeiramente a historicidade que nos conduziu ao que somos e somar esforços em compreender que a educação é um direito de todos e que “todos”, é formado por seres humanos muito diferentes.
Mas analisando de forma mais criteriosa é preciso identificar a complexidade envolvida nesta discussão. Não é correto julgar a qualidade do ensino apenas por uma prova que exige alguns conhecimentos e muitas informações. Também não é aceitável supor que a educação básica deva apenas preparar as pessoas para um vestibular. É inaceitável adiar a vida impondo saberes aos alunos dizendo-lhes que é preciso saber para um vestibular que acontecerá anos depois, quando aquele conhecimento já não tem mais sentido, assim como ninguém compra um aparelho, por exemplo, para utilizar anos depois.
Quanto ao “ensino mais forte”, não há dúvidas de que em anos pregressos se aprendia muito mais pela força (palmatória inclusive) do que pelo prazer de saber e reconhecer a utilidade do que se aprendia. Até porque o conhecimento de há 30 ou 40 anos era infinitamente menos do que se tem hoje. Mas o que me parece mais significativo é que há 30 ou 40 anos atrás a escola pública assumia um caráter elitista. Para comprovar isto, basta analisar a quantidade de crianças que nunca tiveram assento em bancos escolares e outros tantos simplesmente desistiam por repetência ou para incrementar a reduzida renda familiar.
Assim os grandes problemas educacionais de hoje não existiam aos olhos da classe média que construiu a sua escola. Com a universalização da escola pública em nível fundamental a classe média acabou rodeada destes problemas. Paralelo a isso parte da classe média migrou para a dos pobres e até miseráveis. Passou a ser parte do problema e não se aceita como tal. Enquanto a criança de classe média, da escola pública ou privada, tem boas noites de sono, mesas fartas, atividades esportivas e culturais e paralelas ao horário escolar, a criança da classe pobre ou miserável tem seu sono interrompido pelo frio, passa fome e no turno oposto ao da escola está complementando a renda de sua família.
Obviamente é preciso ampliar a qualidade da formação de todas as crianças e adolescentes, mas em hipótese alguma se pode pensar em reduzir a quantidade de atendimentos em nossas escolas. Estar na escola, é a esperança para muitas crianças de aprender a escrever seu nome, ler um texto ou até mesmo se alimentar. Aos críticos ao atual sistema de ensino cabe o convite a conhecer verdadeiramente a historicidade que nos conduziu ao que somos e somar esforços em compreender que a educação é um direito de todos e que “todos”, é formado por seres humanos muito diferentes.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Diários de classe - 4º Bimestre
3 série 01
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃOCONTEÚDO
OBJETIVO(S)
03/10/08
As evidências evolutivas em seres humanos
Perceber no ser humano evidências da evolução.
06/10/08
Elementos adaptativos responsáveis por mudanças na estrutura do corpo humano
Identificar mudanças de caráter adaptativo.
09/10/08
Entrega de boletins.
Programado pela escola.
13/10/08
Trabalhos sobre os sentidos humanos e atividades sobre os mesmos.
Compreender os diferentes tipos de estímulos relacionados aos sentidos.
16/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
20/10/08
Compreender as características dos ambientes terrestres e suas implicações na vida humana.
Perceber as características ambientais responsáveis pelas mudanças ocorridas no corpo de seres humanos.
23/10/08
As diferenças humanas de acordo com a região do planeta.
Compreender o conceito de raça e as diferenças entre seres humanos.
27/10/08
Conceitos ligados a Bioética
Identificar os elementos fundantes da bioética.
30/10/08
Analisar casos de eutanásia, aborto provocado, doação de órgãos, morte cerebral, perda das faculdades mentais.
Perceber os diferentes tipos de questões ligadas a bioética.
03/11/08
Descrever as opiniões em grupo e preparar a apresentação.
Organizar a apresentação em grupo sobre os temas.
07/11/08
Vídeo: “A vida por um fio”.
Analisar o vídeo de acordo com as questões ligadas à ética.
10/11/08
Continuação do vídeo.
Idem ao anterior.
14/11/08
Discutir as questões do texto aplicadas à turma.
Entender as questões éticas como fundamentais para a determinação do convívio entre seres humanos.
17/11/08
Este material está disponível no site: www.profniltonbrunotomelin.blogspot.com
3 série 02
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃOCONTEÚDO
OBJETIVO(S)
03/10/08
As evidências evolutivas em seres humanos
Perceber no ser humano evidências da evolução.
10/10/08
Os cinco sentidos humanos e atividades relativas aos cinco sentidos.
Compreender as diferentes formas de compreender a relação dos sentidos com o ambiente.
17/10/08
Elementos adaptativos responsáveis por mudanças na estrutura do corpo humano
Identificar mudanças de caráter adaptativo.
24/10/08
As diferenças humanas de acordo com a região do planeta.
Compreender o conceito de raça e as diferenças entre seres humanos.
31/10/08
Conceitos ligados a Bioética
Analisar casos de eutanásia, aborto provocado, doação de órgãos, morte cerebral, perda das faculdades mentais.
Identificar os elementos fundantes da bioética.
Perceber os diferentes tipos de questões ligadas a bioética.
06/11/08
Vídeo: “A vida por um fio”.
Analisar o vídeo de acordo com as questões ligadas à ética.
13/11/08
Provão interdisciplinar
Avaliar os conteúdos do semestre letivo.
20/11/08
Discutir as questões do texto aplicadas à turma e ao vídeo “A vida por um fio”.
Entender as questões éticas como fundamentais para a determinação do convívio entre seres humanos.
27/11/08
Este material está disponível no site: www.profniltonbrunotomelin.blogspot.com
2 série 01
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
04/10/08
Os vertebrados e suas variações estruturais – razões adaptativas.
Perceber as razões adaptativas que diferenciam os vertebrados.
06/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anerior
11/10/08
Prova sobre vertebrados.
Analisar o conteúdo referente a vertebrados.
13/10/08
Recesso em função do dia do professor.
Previsto pelo calendário escolar.
18 e 20/10/08
Semelhanças e diferenças entre os tipos de digestão em animais vertebrados e invertebrados.
Compreender que a digestão é um processo vital de absorção de substancias que garantem a vida dos seres vivos heterótrofos.
24/10/08
A digestão como forma de integração entre os seres vivos e o meio embiente.
Idem ao anterior.
27/10/08
Etapas do processo digestivo: captura do alimento, digestão absorção dos nutrientes dos alimentos.
Identificar as etapas envolvidas pelo processo digestivo.
31/10/08
Elaborar desenho comparativo entre os diferentes tipos de aparelhos digestivos.
Conhecer as formas e estruturas anatômicas que compõe os diversos sistemas digestivos.
03/11/08
Discussão a respeito dos diferentes tipos de digestão e funcionamento da digestão humana.
Compreender a diversidade de processos digestivos e sua aplicação à condição humana.
07/11/08
Identificação das diferentes formas dos seres vivos se nutrirem.
Compreender que cada animal possui um diferente tipo de digestão.
10/11/08
Prova sobre digestão
Avaliar os conteúdos referentes à digestão.
14/11/08
Formas de reprodução entre os animais mais comuns.
Identificar os diferentes tipos de reprodução entre os animais.
17/11/08
Características básicas dos tipos reprodutivos entre animais.
Idem ao anterior.
21/11/08
Os sentidos nos seres vivos.
Perceber os sentidos como forma dos seres vivos interagirem entre e com o ambiente.
24/11/08
Mecanismos de funcionamento dos sentidos nos seres vivos.
Identificar os caminhos percorridos pelos estímulos ao longo do corpo dos seres vivos.
28/11/08
Avaliação sobre reprodução e sentidos nos seres vivos.
Avaliar os conteúdos sobre reprodução e sentidos dos seres vivos.
01 a 05/11/08
Revisão de conteúdos para os exames finais.
Rever os conteúdos do ano para o exame final.
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2 série 02
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
03/10/08
Os vertebrados e suas variações estruturais – razões adaptativas.
Perceber as razões adaptativas que diferenciam os vertebrados.
Prova sobre vertebrados.
Analisar o conteúdo referente a vertebrados.
10/10/08
Semelhanças e diferenças entre os tipos de digestão em animais vertebrados e invertebrados.
Compreender que a digestão é um processo vital de absorção de substancias que garantem a vida dos seres vivos heterótrofos.
17/10/08
Identificação de características evolutivas humanas.
Compreender o ser humano como ser em evolução.
24/10/08
Semelhanças anatômicas entre os diferentes tipos de animais.
Perceber características que se aproximam entre os diferente tipos de seres vivos.
30/10/08
Elaborar desenho comparativo entre os diferentes tipos de aparelhos digestivos.
Conhecer as formas e estruturas anatômicas que compõe os diversos sistemas digestivos.
06/11/08
Discussão a respeito dos diferentes tipos de digestão e funcionamento da digestão humana.
Identificação das diferentes formas dos seres vivos se nutrirem.
Compreender a diversidade de processos digestivos e sua aplicação à condição humana.
Compreender que cada animal possui um diferente tipo de digestão.
13/11/08
Formas de reprodução entre os animais mais comuns.
Características básicas dos tipos reprodutivos entre animais.
Identificar os diferentes tipos de reprodução entre os animais.
20/11/08
Os sentidos nos seres vivos.
Mecanismos de funcionamento dos sentidos nos seres vivos.
Perceber os sentidos como forma dos seres vivos interagirem entre e com o ambiente.
Identificar os caminhos percorridos pelos estímulos ao longo do corpo dos seres vivos.
27/11/08
Avaliação sobre reprodução e sentidos nos seres vivos.
Avaliar os conteúdos sobre reprodução e sentidos dos seres vivos.
01 a 05/11/08
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1 série 01
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
06/10/08
Os fatores limitantes da gestação.
Identificar diferentes elementos que impossibilitam a gestação.
13/10/08
Recesso escolar em homenagem ao dia do professor.
Previsto no calendário escolar.
20/10/08
Avaliação sobre gestação e tecidos.
Avaliar os conteúdos propostos.
27/10/08
A formação dos órgãos a partir dos diferentes tipos de tecidos.
O processo digestório e excretor e fisiologia da digestão e excreção humana.
Compreender as maneiras de diferenciação dos tecidos e órgãos.
Compreender os diferentes tipos de substâncias que participam do processo digestório.
03/11/08
Discussão sobre o processo de digestão humano.
Diferenças entre nutrição e digestão.
Idem ao anterior.
10/11/08
Avaliação sobre digestão.
A excreção como forma de eliminação de impurezas no corpo humano.
Avaliar os conteúdos referentes a digestão.
Compreender a excreção como forma de manter o corpo em funcionamento.
17/11/08
As relações entre os diferentes tipos de órgãos num organismo complexo.
Identificar as formas pelas quais os tecidos se relacionam formando um complexo meio de organização funcional.
24/11/04
O sistema nervoso e os sentidos como forma de interagir com os demais membros da espécie e com o ambiente.
Perceber o sistema nervoso como instrumento de relação entre os diferentes órgãos e sentidos.
01 a 05/11/08
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1 série 03
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
06/10/08
Os fatores limitantes da gestação.
Identificar diferentes elementos que impossibilitam a gestação.
08/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
13/10/08
Recesso escolar em homenagem ao dia do professor.
Previsto no calendário escolar.
15/10/08
A formação dos órgãos a partir dos diferentes tipos de tecidos.
Compreender as maneiras de diferenciação dos tecidos e órgãos.
20/10/08
As relações entre os diferentes tipos de órgãos num organismo complexo.
Identificar as formas pelas quais os tecidos se relacionam formando um complexo meio de organização funcional.
22/10/08
Prova.
Avaliar os conteúdos anteriores.
27/10/08
A formação dos sistemas e suas respectivas secreções.
O processo digestório como processo metabólico fundamental para o desenvolvimento do corpo humano.
Saber da importância da formação de secreções para o funcionamento de um corpo.
Identificar a digestão como parte do processo de desenvolvimento de um organismo.
03/11/08
Discussão sobre o processo de digestão humano.
Diferenças entre nutrição e digestão.
Idem ao anterior.
10/11/08
Avaliação sobre digestão.
Avaliar os conteúdos referentes a digestão.
12/11/08
A excreção como forma de eliminação de impurezas no corpo humano.
Compreender a excreção como forma de manter o corpo em funcionamento.
17/11/08
As relações entre os diferentes tipos de órgãos num organismo complexo.
Identificar as formas pelas quais os tecidos se relacionam formando um complexo meio de organização funcional.
19/11/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
24/11/04
O sistema nervoso e os sentidos como forma de interagir com os demais membros da espécie e com o ambiente.
Perceber o sistema nervoso como instrumento de relação entre os diferentes órgãos e sentidos.
26/11/08
Avaliação dos conteúdos anteriores.
Avaliar os conteúdos.
01 a 05/11/08
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8 série 01
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
02/10/08
Forma gráfica para o cálculo de uma resultante de um sistema de forças.
Compreender as formas de calcular um sistema de forças através de métodos gráficos.
03/10/08
Avaliação sobre o cálculo dos diferentes tipos de sistema de forças.
Identificar as componentes de uma resultante.
09/10/08
Energia como manifestação da aplicação das forças sobre os corpos.
Identificar as formas de energia que se manifestam num corpo.
10/10/08
Trabalho como resultado da aplicação das forças
Conhecer o resultado da aplicação de uma força.
16/10/08
Revisão de atividades para a prova
Rever os conteúdos para a avaliação.
17/10/08
Prova.
Avaliar os conteúdos referentes a força, movimento e energia.
23/10/08
Trabalho sobre os fenômenos físicos ligados a equipamentos de uso doméstico.
Compreender o funcionamento de equipamentos em relação aos fenômenos físicos.
24/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
30/10/08
Apresentação dos trabalhos referentes a aplicação da física no dia-a-dia do aluno.
Compreender a física como parte do processo de organização da vida humana.
31/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
06/11/08
Funcionamento da TV, Telefone, Telefone Celular.
Idem ao anterior.
07/11/08
Funcionamento do amplificador, do avião, gases nobres, etc,
Idem ao anterior.
13/11/08
Revisão para o provão.
Provão interdisciplinar.
Rever a avaliar os conteúdos do semestre.
14/11/08
Transmissores e isolantes naturais de calor, som, etc.
Compreender as diferenças entre os materiais isolantes.
20/11/08
Dilatação linear, superficial e volumétrica.
Perceber os diferentes tipos de dilatação.
21/11/08
Fenômenos físicos que provocam a dilatação dos corpos.
Compreender os diferentes tipos de dilatação física.
27/11/08
Trabalho sobre som, luz e calor.
Analisar fontes e formas de calor, luz e som.
28/11/08
Continuação do trabalho.
Idem ao anterior.
01 a 05/11/08
Revisão de conteúdos para os exames finais.
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8 série 02
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃOCONTEÚDO
OBJETIVO(S)
01/10/08
Forma gráfica para o cálculo de uma resultante de um sistema de forças.
Compreender as formas de calcular um sistema de forças através de métodos gráficos.
02/10/08
Calcular a resultante de um sistema de forças.
Identificar o processo de cálculo de uma resultante.
06/10/08
Atividades do livro referente a sistema de forças e tidos de força.
Diferenciar forças de contato e de campo.
09/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
13/10/08
Recesso escolar em homenagem ao dia do professor.
Previsto no calendário escolar.
Trabalho como resultado da aplicação das forças
Conhecer o resultado da aplicação de uma força.
15/10/08
Revisão de atividades para a prova
Rever os conteúdos para a avaliação.
16/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
20/10/08
Trabalho sobre os fenômenos físicos ligados a equipamentos de uso doméstico.
Compreender o funcionamento de equipamentos em relação aos fenômenos físicos.
22/10/08
Trabalho sobre os fenômenos físicos ligados a equipamentos de uso doméstico.
Compreender o funcionamento de equipamentos em relação aos fenômenos físicos.
27/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
30/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior
31/10/08
Apresentação dos trabalhos referentes a aplicação da física no dia-a-dia do aluno.
Compreender a física como parte do processo de organização da vida humana.
03/11/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
04/11/08
Funcionamento da TV, Telefone, Telefone Celular.
Idem ao anterior.
05/11/08
Funcionamento do amplificador, do avião, gases nobres, etc,
Idem ao anterior.
10/11/08
Funcionamento de equipamentos domésticos e do balão dirigível.
Idem ao anterior.
11/11/08
Revisão para o provão.
Provão interdisciplinar.
Rever a avaliar os conteúdos do semestre.
12/11/08
Transmissores e isolantes naturais de calor, som, etc.
Compreender as diferenças entre os materiais isolantes.
17/11/08
Dilatação linear, superficial e volumétrica.
Perceber os diferentes tipos de dilatação.
18 e 19/11/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
24/11/08
Fenômenos físicos que provocam a dilatação dos corpos.
Compreender os diferentes tipos de dilatação física.
25/11/08
Trabalho sobre som, luz e calor.
Analisar fontes e formas de calor, luz e som.
26/11/08
Continuação do trabalho.
Idem ao anterior.
01 a 05/11/08
Revisão de conteúdos para os exames finais.
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7 série 01
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
01/10/08
Hereditariedade como fator de transformação de uma espécie.
Perceber as características básicas de um ser humano.
03/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
08/10/08
Compreensão dos diferentes tipos de teorias que explicam a origem da vida.
Perceber que há diferentes formas de explicar a origem da vida a terra.
10/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
15/10/08
Representação gráfica do sentido da origem da vida de acordo com os diferente tipos de compreensão acerca da origem da vida.
Identificar os diferentes tipos de formas de se explicar a origem da vida.
17/10/08
Explicação dos desenhos feitos pelos alunos.
Idem ao anterior.
22/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
24/10/08
Atividades do livro didático.
Resolver as questões propostas pelo livro e fixar conteúdos.
29/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
31/10/08
Sistema sensorial: características e importância dos 5 sentidos humanos.
Perceber os 5 sentidos como forma de identificação do mundo.
05/11/08
Características gerais dos órgãos responsáveis pelos sentidos.
Compreender os sentidos como responsáveis pela identificação do ambiente.
07/11/08
A evolução como forma de explicar a diferenciação dos sentidos do ser humano.
Idem ao anterior.
12/11/08
Fatores externos que auxiliam o desempenho das funções sensoriais.
Identificar os elementos externos fundamentais para os sentidos.
14/11/08
Funções cerebrais e neurológicas.
Perceber a importância do sistema nervoso central na decodificação de mensagens dos sentidos.
19/11/08
Trabalho sobre o sistema nervoso e sua relação com a percepção do ambiente.
Compreender o sistema nervoso central, como responsável pela relação do ser humano com o mundo.
21/11/08
Apresentação do trabalho.
Idem ao anterior.
26/11/08
Funções hormonais.
Principais glândulas humanas.
Reconhecer os hormônios como responsáveis pela coordenação das atividades metabólicas do corpo humano.
28/11/08
Trabalho sobre hormônios humanos.
Idem ao anterior.
01 a 05/11/08
Revisão de conteúdos para os exames finais.
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7 série 02 e 03
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
01/10/08
Hereditariedade como fator de transformação de uma espécie.
Perceber as características básicas de um ser humano.
02/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
06 e 07/10/08
Compreensão dos diferentes tipos de teorias que explicam a origem da vida.
Perceber que há diferentes formas de explicar a origem da vida a terra.
09/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
13/10/08
Recesso escolar em homenagem ao dia do professor.
Previsto no calendário escolar.
14/10/08
Representação gráfica do sentido da origem da vida de acordo com os diferente tipos de compreensão acerca da origem da vida.
Identificar os diferentes tipos de formas de se explicar a origem da vida.
15/10/08
Explicação dos desenhos feitos pelos alunos
Idem ao anterior.
20/10/08
Fenômenos psíquicos e somáticos relacionados ao sistema nervoso central.
Compreender as múltiplas formas de expressar os mecanismos de expressão humana.
21 e 22/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
27 e 28/10/08
Sistema sensorial: características e importância dos 5 sentidos humanos.
Gincana cultural
Perceber os 5 sentidos como forma de identificação do mundo.
29/10/08
Desenho esquemático sobre os 5 sentidos.
Ilustrar as características dos sentidos humanos.
03 e 04/11/08
Características gerais dos órgãos responsáveis pelos sentidos.
Compreender os sentidos como responsáveis pela identificação do ambiente.
05/11/08
A evolução como forma de explicar a diferenciação dos sentidos do ser humano.
Idem ao anterior.
10 e 11/11/08
Fatores externos que auxiliam o desempenho das funções sensoriais.
Identificar os elementos externos fundamentais para os sentidos.
12/11/08
Funções cerebrais e neurológicas.
Perceber a importância do sistema nervoso central na decodificação de mensagens dos sentidos.
17 e 18/11/08
Trabalho sobre o sistema nervoso e sua relação com a percepção do ambiente.
Compreender o sistema nervoso central, como responsável pela relação do ser humano com o mundo.
19/11/08
Apresentação do trabalho.
Idem ao anterior.
24 e 25/11/08
Funções hormonais.
Principais glândulas humanas.
Reconhecer os hormônios como responsáveis pela coordenação das atividades metabólicas do corpo humano.
26/11/08
Trabalho sobre hormônios humanos.
Idem ao anterior.
01 a 05/11/08
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6 série 01
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
02/10/08
As diferentes formas de digestão dos animais vertebrados e invertebrados.
Compreender que os diferentes grupos de animais possuem digestão própria.
08/10/08
Hábitos alimentares e relações dos animais com o meio ambiente de acordo com o tipo de digestão.
Reconhecer os diferentes tipos de hábitos alimentares e suas implicações sobre os diferentes tipos de digestão.
09/10/08
As estruturas responsáveis pela produção de enzimas digestivas e adaptações aos diferentes tipos de alimentos.
Conhecer os principais tipos de enzimas responsáveis pela digestão nos diferentes grupos de seres vivos.
15/10/08
Desenho das diferentes estruturas digestivas dos diferentes grupos de animais vertebrados e invertebrados.
Identificar os principais tipos de características dos diferentes tipos de sistema digestório.
16/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
22/10/08
Montagem de texto sobre o desenho referente ao processo digestivos dos diferentes tipos de digestão.
Idem ao anterior.
24/10/08
Questões referentes ao tema da digestão.
Idem ao anterior.
29/10/08
Formas e tipos de reprodução mais comuns entre os seres vivos.
Perceber que a variabilidade de formas reprodutivas se deve a diferentes formas de vida.
31/10/08
Resumir os diferentes tipos de reprodução e sua presença nos diferentes grupos de animais.
Idem ao anterior.
05/11/08
A importância da reprodução para a perpetuação das espécies e da evolução humana.
Perceber a reprodução como processo fundamental na evolução das espécies.
06/11/08
Fenômenos ambientais ligados a reprodução.
Idem ao anterior.
12/11/08
Relatório sobre a viagem à Pomerode.
Identificar as principais informações sobre os animais do Zoológico de Pomerode.
13/11/08
Idem ao anterior
Idem ao anterior.
19/11/08
Os sentidos nos animais como forma de permitir-lhe interagir com o ambiente.
Perceber a importância dos sentidos para vida dos animais em geral.
20/11/08
Identificar as diferenças entre os diferentes tipos de animais quanto aos sentidos.
Compreender a diversidade de seres vivos por conta da adaptação dos seres vivos.
26/11/08
Avaliação sobre os sentidos nos organismos animais.
Idem ao anterior.
01 a 05/11/08
Revisão de conteúdos para os exames finais.
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6 série 04
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
03/10/08
As diferentes formas de digestão dos animais vertebrados e invertebrados.
Compreender que os diferentes grupos de animais possuem digestão própria.
08/10/08
Hábitos alimentares e relações dos animais com o meio ambiente de acordo com o tipo de digestão.
Reconhecer os diferentes tipos de hábitos alimentares e suas implicações sobre os diferentes tipos de digestão.
09/10/08
As estruturas responsáveis pela produção de enzimas digestivas e adaptações aos diferentes tipos de alimentos.
Conhecer os principais tipos de enzimas responsáveis pela digestão nos diferentes grupos de seres vivos.
10/10/08
Desenho das diferentes estruturas digestivas dos diferentes grupos de animais vertebrados e invertebrados.
Identificar os principais tipos de características dos diferentes tipos de sistema digestório.
15/10/08
Discussão dos trabalhos feitos pelos alunos.
Compreender os diferentes tipos de digestão entre animais.
16 e 17/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
22/10/08
Montagem de texto sobre o desenho referente ao processo digestivos dos diferentes tipos de digestão.
Idem ao anterior.
23 e 24/10/08
Questões referentes ao tema da digestão.
Idem ao anterior.
29/10/08
Formas e tipos de reprodução mais comuns entre os seres vivos.
Perceber que a variabilidade de formas reprodutivas se deve a diferentes formas de vida.
31/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
05/11/08
A importância da reprodução para a perpetuação das espécies e da evolução humana.
Perceber a reprodução como processo fundamental na evolução das espécies.
06 e 07/11/08
Fenômenos ambientais ligados a reprodução.
Idem ao anterior.
12/11/08
Relatório sobre a viagem à Pomerode.
Identificar as principais informações sobre os animais do Zoológico de Pomerode.
13 e 14/11/08
Idem ao anterior
Idem ao anterior.
19/11/08
Os sentidos nos animais como forma de permitir-lhe interagir com o ambiente.
Perceber a importância dos sentidos para vida dos animais em geral.
20 e 21/11/08
Identificar as diferenças entre os diferentes tipos de animais quanto aos sentidos.
Compreender a diversidade de seres vivos por conta da adaptação dos seres vivos.
26/11/08
Avaliação sobre os sentidos nos organismos animais.
Idem ao anterior.
01 a 05/11/08
Revisão de conteúdos para os exames finais.
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6 série 02
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
06/10/08
As diferentes formas de digestão dos animais vertebrados e invertebrados.
Compreender que os diferentes grupos de animais possuem digestão própria.
08 e 09/10/08
Hábitos alimentares e relações dos animais com o meio ambiente de acordo com o tipo de digestão.
Reconhecer os diferentes tipos de hábitos alimentares e suas implicações sobre os diferentes tipos de digestão.
13/10/08
Recesso escolar pelo dia do professor.
Previsto pelo calendário escolar.
16 e 17/10/08
As estruturas responsáveis pela produção de enzimas digestivas e adaptações aos diferentes tipos de alimentos.
Conhecer os principais tipos de enzimas responsáveis pela digestão nos diferentes grupos de seres vivos.
20/10/08
Desenho das diferentes estruturas digestivas dos diferentes grupos de animais vertebrados e invertebrados.
Identificar os principais tipos de características dos diferentes tipos de sistema digestório.
23/10/08
Montagem de texto sobre o desenho referente ao processo digestivos dos diferentes tipos de digestão.
Idem ao anterior.
27/10/08
Questões referentes ao tema da digestão.
Idem ao anterior.
29 e 30/10/08
Formas e tipos de reprodução mais comuns entre os seres vivos.
Perceber que a variabilidade de formas reprodutivas se deve a diferentes formas de vida.
05/11/08
A importância da reprodução para a perpetuação das espécies e da evolução humana.
Perceber a reprodução como processo fundamental na evolução das espécies.
06/11/08
Fenômenos ambientais ligados a reprodução.
Idem ao anterior.
12/11/08
Relatório sobre a viagem à Pomerode.
Identificar as principais informações sobre os animais do Zoológico de Pomerode.
13/11/08
Idem ao anterior
Idem ao anterior.
19/11/08
Os sentidos nos animais como forma de permitir-lhe interagir com o ambiente.
Perceber a importância dos sentidos para vida dos animais em geral.
20/11/08
Identificar as diferenças entre os diferentes tipos de animais quanto aos sentidos.
Compreender a diversidade de seres vivos por conta da adaptação dos seres vivos.
26/11/08
Avaliação sobre os sentidos nos organismos animais.
Idem ao anterior.
01 a 05/11/08
Revisão de conteúdos para os exames finais.
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6 série 03
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
06/10/08
Potenciação em expressões numéricas.
Identificar a potenciação como forma de expressar uma multiplicação.
Atividade de avaliação final.
Avaliar os conceitos tratados sobre potenciação e sua aplicação em expressões numéricas.
08 e 09/10/08
Radiciação.
Conhecer os conceitos de radiciação.
13/10/08
Recesso escolar pelo dia do professor.
Previsto pelo calendário escolar.
15 e 16/10/08
Aplicação da radiciação em expressões numéricas.
Identificar as aplicações da radiciação em expressões numéricas.
20/10/08
Atividade para entregar feita em folha.
Idem ao anterior.
22 e 23/10/08
Radiciação de frações.
Compreender a forma de se resolver questões relativas frações e radiciação.
27/10/08
Radiciação de números decimais.
Identificar os processos de cálculos com valores decimais.
29 e 30/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
03/11/08
Expressões numéricas envolvendo radiciação.
Associar os diferentes tipos de cálculo a radiciação.
05 e 07/11/08
Trabalho sobre potenciação aplicada.
Idem ao anterior.
10/11/08
Potenciação e radiciação fracionária.
Perceber a aplicação da radiciação e potenciação em cálculos fracionários.
12 e 14/11/08
Expressões numéricas envolvendo cálculos fracionários.
Idem ao anterior
17/11/08
Trabalho sobre expressões numéricas envolvendo as seis operações básicas: adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação.
Compreender a forma e ordem de resolução dos diferentes tipos de operações matemáticas em expressões numéricas.
19 e 21/11/08
Continuação do trabalho.
Idem ao anterior.
26/11/08
Atividade de revisão para a prova.
Rever os conceitos acerca de expressões numéricas.
26 e 27/11/08
Continuação da revisão.
Prova.
Idem ao anterior.
01 a 05/11/08
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DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃOCONTEÚDO
OBJETIVO(S)
03/10/08
As evidências evolutivas em seres humanos
Perceber no ser humano evidências da evolução.
06/10/08
Elementos adaptativos responsáveis por mudanças na estrutura do corpo humano
Identificar mudanças de caráter adaptativo.
09/10/08
Entrega de boletins.
Programado pela escola.
13/10/08
Trabalhos sobre os sentidos humanos e atividades sobre os mesmos.
Compreender os diferentes tipos de estímulos relacionados aos sentidos.
16/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
20/10/08
Compreender as características dos ambientes terrestres e suas implicações na vida humana.
Perceber as características ambientais responsáveis pelas mudanças ocorridas no corpo de seres humanos.
23/10/08
As diferenças humanas de acordo com a região do planeta.
Compreender o conceito de raça e as diferenças entre seres humanos.
27/10/08
Conceitos ligados a Bioética
Identificar os elementos fundantes da bioética.
30/10/08
Analisar casos de eutanásia, aborto provocado, doação de órgãos, morte cerebral, perda das faculdades mentais.
Perceber os diferentes tipos de questões ligadas a bioética.
03/11/08
Descrever as opiniões em grupo e preparar a apresentação.
Organizar a apresentação em grupo sobre os temas.
07/11/08
Vídeo: “A vida por um fio”.
Analisar o vídeo de acordo com as questões ligadas à ética.
10/11/08
Continuação do vídeo.
Idem ao anterior.
14/11/08
Discutir as questões do texto aplicadas à turma.
Entender as questões éticas como fundamentais para a determinação do convívio entre seres humanos.
17/11/08
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3 série 02
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃOCONTEÚDO
OBJETIVO(S)
03/10/08
As evidências evolutivas em seres humanos
Perceber no ser humano evidências da evolução.
10/10/08
Os cinco sentidos humanos e atividades relativas aos cinco sentidos.
Compreender as diferentes formas de compreender a relação dos sentidos com o ambiente.
17/10/08
Elementos adaptativos responsáveis por mudanças na estrutura do corpo humano
Identificar mudanças de caráter adaptativo.
24/10/08
As diferenças humanas de acordo com a região do planeta.
Compreender o conceito de raça e as diferenças entre seres humanos.
31/10/08
Conceitos ligados a Bioética
Analisar casos de eutanásia, aborto provocado, doação de órgãos, morte cerebral, perda das faculdades mentais.
Identificar os elementos fundantes da bioética.
Perceber os diferentes tipos de questões ligadas a bioética.
06/11/08
Vídeo: “A vida por um fio”.
Analisar o vídeo de acordo com as questões ligadas à ética.
13/11/08
Provão interdisciplinar
Avaliar os conteúdos do semestre letivo.
20/11/08
Discutir as questões do texto aplicadas à turma e ao vídeo “A vida por um fio”.
Entender as questões éticas como fundamentais para a determinação do convívio entre seres humanos.
27/11/08
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2 série 01
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
04/10/08
Os vertebrados e suas variações estruturais – razões adaptativas.
Perceber as razões adaptativas que diferenciam os vertebrados.
06/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anerior
11/10/08
Prova sobre vertebrados.
Analisar o conteúdo referente a vertebrados.
13/10/08
Recesso em função do dia do professor.
Previsto pelo calendário escolar.
18 e 20/10/08
Semelhanças e diferenças entre os tipos de digestão em animais vertebrados e invertebrados.
Compreender que a digestão é um processo vital de absorção de substancias que garantem a vida dos seres vivos heterótrofos.
24/10/08
A digestão como forma de integração entre os seres vivos e o meio embiente.
Idem ao anterior.
27/10/08
Etapas do processo digestivo: captura do alimento, digestão absorção dos nutrientes dos alimentos.
Identificar as etapas envolvidas pelo processo digestivo.
31/10/08
Elaborar desenho comparativo entre os diferentes tipos de aparelhos digestivos.
Conhecer as formas e estruturas anatômicas que compõe os diversos sistemas digestivos.
03/11/08
Discussão a respeito dos diferentes tipos de digestão e funcionamento da digestão humana.
Compreender a diversidade de processos digestivos e sua aplicação à condição humana.
07/11/08
Identificação das diferentes formas dos seres vivos se nutrirem.
Compreender que cada animal possui um diferente tipo de digestão.
10/11/08
Prova sobre digestão
Avaliar os conteúdos referentes à digestão.
14/11/08
Formas de reprodução entre os animais mais comuns.
Identificar os diferentes tipos de reprodução entre os animais.
17/11/08
Características básicas dos tipos reprodutivos entre animais.
Idem ao anterior.
21/11/08
Os sentidos nos seres vivos.
Perceber os sentidos como forma dos seres vivos interagirem entre e com o ambiente.
24/11/08
Mecanismos de funcionamento dos sentidos nos seres vivos.
Identificar os caminhos percorridos pelos estímulos ao longo do corpo dos seres vivos.
28/11/08
Avaliação sobre reprodução e sentidos nos seres vivos.
Avaliar os conteúdos sobre reprodução e sentidos dos seres vivos.
01 a 05/11/08
Revisão de conteúdos para os exames finais.
Rever os conteúdos do ano para o exame final.
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2 série 02
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
03/10/08
Os vertebrados e suas variações estruturais – razões adaptativas.
Perceber as razões adaptativas que diferenciam os vertebrados.
Prova sobre vertebrados.
Analisar o conteúdo referente a vertebrados.
10/10/08
Semelhanças e diferenças entre os tipos de digestão em animais vertebrados e invertebrados.
Compreender que a digestão é um processo vital de absorção de substancias que garantem a vida dos seres vivos heterótrofos.
17/10/08
Identificação de características evolutivas humanas.
Compreender o ser humano como ser em evolução.
24/10/08
Semelhanças anatômicas entre os diferentes tipos de animais.
Perceber características que se aproximam entre os diferente tipos de seres vivos.
30/10/08
Elaborar desenho comparativo entre os diferentes tipos de aparelhos digestivos.
Conhecer as formas e estruturas anatômicas que compõe os diversos sistemas digestivos.
06/11/08
Discussão a respeito dos diferentes tipos de digestão e funcionamento da digestão humana.
Identificação das diferentes formas dos seres vivos se nutrirem.
Compreender a diversidade de processos digestivos e sua aplicação à condição humana.
Compreender que cada animal possui um diferente tipo de digestão.
13/11/08
Formas de reprodução entre os animais mais comuns.
Características básicas dos tipos reprodutivos entre animais.
Identificar os diferentes tipos de reprodução entre os animais.
20/11/08
Os sentidos nos seres vivos.
Mecanismos de funcionamento dos sentidos nos seres vivos.
Perceber os sentidos como forma dos seres vivos interagirem entre e com o ambiente.
Identificar os caminhos percorridos pelos estímulos ao longo do corpo dos seres vivos.
27/11/08
Avaliação sobre reprodução e sentidos nos seres vivos.
Avaliar os conteúdos sobre reprodução e sentidos dos seres vivos.
01 a 05/11/08
Revisão de conteúdos para os exames finais.
Rever os conteúdos do ano para o exame final.
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1 série 01
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
06/10/08
Os fatores limitantes da gestação.
Identificar diferentes elementos que impossibilitam a gestação.
13/10/08
Recesso escolar em homenagem ao dia do professor.
Previsto no calendário escolar.
20/10/08
Avaliação sobre gestação e tecidos.
Avaliar os conteúdos propostos.
27/10/08
A formação dos órgãos a partir dos diferentes tipos de tecidos.
O processo digestório e excretor e fisiologia da digestão e excreção humana.
Compreender as maneiras de diferenciação dos tecidos e órgãos.
Compreender os diferentes tipos de substâncias que participam do processo digestório.
03/11/08
Discussão sobre o processo de digestão humano.
Diferenças entre nutrição e digestão.
Idem ao anterior.
10/11/08
Avaliação sobre digestão.
A excreção como forma de eliminação de impurezas no corpo humano.
Avaliar os conteúdos referentes a digestão.
Compreender a excreção como forma de manter o corpo em funcionamento.
17/11/08
As relações entre os diferentes tipos de órgãos num organismo complexo.
Identificar as formas pelas quais os tecidos se relacionam formando um complexo meio de organização funcional.
24/11/04
O sistema nervoso e os sentidos como forma de interagir com os demais membros da espécie e com o ambiente.
Perceber o sistema nervoso como instrumento de relação entre os diferentes órgãos e sentidos.
01 a 05/11/08
Revisão de conteúdos para os exames finais.
Rever os conteúdos do ano para o exame final.
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1 série 03
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
06/10/08
Os fatores limitantes da gestação.
Identificar diferentes elementos que impossibilitam a gestação.
08/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
13/10/08
Recesso escolar em homenagem ao dia do professor.
Previsto no calendário escolar.
15/10/08
A formação dos órgãos a partir dos diferentes tipos de tecidos.
Compreender as maneiras de diferenciação dos tecidos e órgãos.
20/10/08
As relações entre os diferentes tipos de órgãos num organismo complexo.
Identificar as formas pelas quais os tecidos se relacionam formando um complexo meio de organização funcional.
22/10/08
Prova.
Avaliar os conteúdos anteriores.
27/10/08
A formação dos sistemas e suas respectivas secreções.
O processo digestório como processo metabólico fundamental para o desenvolvimento do corpo humano.
Saber da importância da formação de secreções para o funcionamento de um corpo.
Identificar a digestão como parte do processo de desenvolvimento de um organismo.
03/11/08
Discussão sobre o processo de digestão humano.
Diferenças entre nutrição e digestão.
Idem ao anterior.
10/11/08
Avaliação sobre digestão.
Avaliar os conteúdos referentes a digestão.
12/11/08
A excreção como forma de eliminação de impurezas no corpo humano.
Compreender a excreção como forma de manter o corpo em funcionamento.
17/11/08
As relações entre os diferentes tipos de órgãos num organismo complexo.
Identificar as formas pelas quais os tecidos se relacionam formando um complexo meio de organização funcional.
19/11/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
24/11/04
O sistema nervoso e os sentidos como forma de interagir com os demais membros da espécie e com o ambiente.
Perceber o sistema nervoso como instrumento de relação entre os diferentes órgãos e sentidos.
26/11/08
Avaliação dos conteúdos anteriores.
Avaliar os conteúdos.
01 a 05/11/08
Revisão de conteúdos para os exames finais.
Rever os conteúdos do ano para o exame final.
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8 série 01
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
02/10/08
Forma gráfica para o cálculo de uma resultante de um sistema de forças.
Compreender as formas de calcular um sistema de forças através de métodos gráficos.
03/10/08
Avaliação sobre o cálculo dos diferentes tipos de sistema de forças.
Identificar as componentes de uma resultante.
09/10/08
Energia como manifestação da aplicação das forças sobre os corpos.
Identificar as formas de energia que se manifestam num corpo.
10/10/08
Trabalho como resultado da aplicação das forças
Conhecer o resultado da aplicação de uma força.
16/10/08
Revisão de atividades para a prova
Rever os conteúdos para a avaliação.
17/10/08
Prova.
Avaliar os conteúdos referentes a força, movimento e energia.
23/10/08
Trabalho sobre os fenômenos físicos ligados a equipamentos de uso doméstico.
Compreender o funcionamento de equipamentos em relação aos fenômenos físicos.
24/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
30/10/08
Apresentação dos trabalhos referentes a aplicação da física no dia-a-dia do aluno.
Compreender a física como parte do processo de organização da vida humana.
31/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
06/11/08
Funcionamento da TV, Telefone, Telefone Celular.
Idem ao anterior.
07/11/08
Funcionamento do amplificador, do avião, gases nobres, etc,
Idem ao anterior.
13/11/08
Revisão para o provão.
Provão interdisciplinar.
Rever a avaliar os conteúdos do semestre.
14/11/08
Transmissores e isolantes naturais de calor, som, etc.
Compreender as diferenças entre os materiais isolantes.
20/11/08
Dilatação linear, superficial e volumétrica.
Perceber os diferentes tipos de dilatação.
21/11/08
Fenômenos físicos que provocam a dilatação dos corpos.
Compreender os diferentes tipos de dilatação física.
27/11/08
Trabalho sobre som, luz e calor.
Analisar fontes e formas de calor, luz e som.
28/11/08
Continuação do trabalho.
Idem ao anterior.
01 a 05/11/08
Revisão de conteúdos para os exames finais.
Rever os conteúdos do ano para o exame final.
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8 série 02
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃOCONTEÚDO
OBJETIVO(S)
01/10/08
Forma gráfica para o cálculo de uma resultante de um sistema de forças.
Compreender as formas de calcular um sistema de forças através de métodos gráficos.
02/10/08
Calcular a resultante de um sistema de forças.
Identificar o processo de cálculo de uma resultante.
06/10/08
Atividades do livro referente a sistema de forças e tidos de força.
Diferenciar forças de contato e de campo.
09/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
13/10/08
Recesso escolar em homenagem ao dia do professor.
Previsto no calendário escolar.
Trabalho como resultado da aplicação das forças
Conhecer o resultado da aplicação de uma força.
15/10/08
Revisão de atividades para a prova
Rever os conteúdos para a avaliação.
16/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
20/10/08
Trabalho sobre os fenômenos físicos ligados a equipamentos de uso doméstico.
Compreender o funcionamento de equipamentos em relação aos fenômenos físicos.
22/10/08
Trabalho sobre os fenômenos físicos ligados a equipamentos de uso doméstico.
Compreender o funcionamento de equipamentos em relação aos fenômenos físicos.
27/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
30/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior
31/10/08
Apresentação dos trabalhos referentes a aplicação da física no dia-a-dia do aluno.
Compreender a física como parte do processo de organização da vida humana.
03/11/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
04/11/08
Funcionamento da TV, Telefone, Telefone Celular.
Idem ao anterior.
05/11/08
Funcionamento do amplificador, do avião, gases nobres, etc,
Idem ao anterior.
10/11/08
Funcionamento de equipamentos domésticos e do balão dirigível.
Idem ao anterior.
11/11/08
Revisão para o provão.
Provão interdisciplinar.
Rever a avaliar os conteúdos do semestre.
12/11/08
Transmissores e isolantes naturais de calor, som, etc.
Compreender as diferenças entre os materiais isolantes.
17/11/08
Dilatação linear, superficial e volumétrica.
Perceber os diferentes tipos de dilatação.
18 e 19/11/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
24/11/08
Fenômenos físicos que provocam a dilatação dos corpos.
Compreender os diferentes tipos de dilatação física.
25/11/08
Trabalho sobre som, luz e calor.
Analisar fontes e formas de calor, luz e som.
26/11/08
Continuação do trabalho.
Idem ao anterior.
01 a 05/11/08
Revisão de conteúdos para os exames finais.
Rever os conteúdos do ano para o exame final.
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7 série 01
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
01/10/08
Hereditariedade como fator de transformação de uma espécie.
Perceber as características básicas de um ser humano.
03/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
08/10/08
Compreensão dos diferentes tipos de teorias que explicam a origem da vida.
Perceber que há diferentes formas de explicar a origem da vida a terra.
10/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
15/10/08
Representação gráfica do sentido da origem da vida de acordo com os diferente tipos de compreensão acerca da origem da vida.
Identificar os diferentes tipos de formas de se explicar a origem da vida.
17/10/08
Explicação dos desenhos feitos pelos alunos.
Idem ao anterior.
22/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
24/10/08
Atividades do livro didático.
Resolver as questões propostas pelo livro e fixar conteúdos.
29/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
31/10/08
Sistema sensorial: características e importância dos 5 sentidos humanos.
Perceber os 5 sentidos como forma de identificação do mundo.
05/11/08
Características gerais dos órgãos responsáveis pelos sentidos.
Compreender os sentidos como responsáveis pela identificação do ambiente.
07/11/08
A evolução como forma de explicar a diferenciação dos sentidos do ser humano.
Idem ao anterior.
12/11/08
Fatores externos que auxiliam o desempenho das funções sensoriais.
Identificar os elementos externos fundamentais para os sentidos.
14/11/08
Funções cerebrais e neurológicas.
Perceber a importância do sistema nervoso central na decodificação de mensagens dos sentidos.
19/11/08
Trabalho sobre o sistema nervoso e sua relação com a percepção do ambiente.
Compreender o sistema nervoso central, como responsável pela relação do ser humano com o mundo.
21/11/08
Apresentação do trabalho.
Idem ao anterior.
26/11/08
Funções hormonais.
Principais glândulas humanas.
Reconhecer os hormônios como responsáveis pela coordenação das atividades metabólicas do corpo humano.
28/11/08
Trabalho sobre hormônios humanos.
Idem ao anterior.
01 a 05/11/08
Revisão de conteúdos para os exames finais.
Rever os conteúdos do ano para o exame final.
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7 série 02 e 03
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
01/10/08
Hereditariedade como fator de transformação de uma espécie.
Perceber as características básicas de um ser humano.
02/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
06 e 07/10/08
Compreensão dos diferentes tipos de teorias que explicam a origem da vida.
Perceber que há diferentes formas de explicar a origem da vida a terra.
09/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
13/10/08
Recesso escolar em homenagem ao dia do professor.
Previsto no calendário escolar.
14/10/08
Representação gráfica do sentido da origem da vida de acordo com os diferente tipos de compreensão acerca da origem da vida.
Identificar os diferentes tipos de formas de se explicar a origem da vida.
15/10/08
Explicação dos desenhos feitos pelos alunos
Idem ao anterior.
20/10/08
Fenômenos psíquicos e somáticos relacionados ao sistema nervoso central.
Compreender as múltiplas formas de expressar os mecanismos de expressão humana.
21 e 22/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
27 e 28/10/08
Sistema sensorial: características e importância dos 5 sentidos humanos.
Gincana cultural
Perceber os 5 sentidos como forma de identificação do mundo.
29/10/08
Desenho esquemático sobre os 5 sentidos.
Ilustrar as características dos sentidos humanos.
03 e 04/11/08
Características gerais dos órgãos responsáveis pelos sentidos.
Compreender os sentidos como responsáveis pela identificação do ambiente.
05/11/08
A evolução como forma de explicar a diferenciação dos sentidos do ser humano.
Idem ao anterior.
10 e 11/11/08
Fatores externos que auxiliam o desempenho das funções sensoriais.
Identificar os elementos externos fundamentais para os sentidos.
12/11/08
Funções cerebrais e neurológicas.
Perceber a importância do sistema nervoso central na decodificação de mensagens dos sentidos.
17 e 18/11/08
Trabalho sobre o sistema nervoso e sua relação com a percepção do ambiente.
Compreender o sistema nervoso central, como responsável pela relação do ser humano com o mundo.
19/11/08
Apresentação do trabalho.
Idem ao anterior.
24 e 25/11/08
Funções hormonais.
Principais glândulas humanas.
Reconhecer os hormônios como responsáveis pela coordenação das atividades metabólicas do corpo humano.
26/11/08
Trabalho sobre hormônios humanos.
Idem ao anterior.
01 a 05/11/08
Revisão de conteúdos para os exames finais.
Rever os conteúdos do ano para o exame final.
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6 série 01
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
02/10/08
As diferentes formas de digestão dos animais vertebrados e invertebrados.
Compreender que os diferentes grupos de animais possuem digestão própria.
08/10/08
Hábitos alimentares e relações dos animais com o meio ambiente de acordo com o tipo de digestão.
Reconhecer os diferentes tipos de hábitos alimentares e suas implicações sobre os diferentes tipos de digestão.
09/10/08
As estruturas responsáveis pela produção de enzimas digestivas e adaptações aos diferentes tipos de alimentos.
Conhecer os principais tipos de enzimas responsáveis pela digestão nos diferentes grupos de seres vivos.
15/10/08
Desenho das diferentes estruturas digestivas dos diferentes grupos de animais vertebrados e invertebrados.
Identificar os principais tipos de características dos diferentes tipos de sistema digestório.
16/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
22/10/08
Montagem de texto sobre o desenho referente ao processo digestivos dos diferentes tipos de digestão.
Idem ao anterior.
24/10/08
Questões referentes ao tema da digestão.
Idem ao anterior.
29/10/08
Formas e tipos de reprodução mais comuns entre os seres vivos.
Perceber que a variabilidade de formas reprodutivas se deve a diferentes formas de vida.
31/10/08
Resumir os diferentes tipos de reprodução e sua presença nos diferentes grupos de animais.
Idem ao anterior.
05/11/08
A importância da reprodução para a perpetuação das espécies e da evolução humana.
Perceber a reprodução como processo fundamental na evolução das espécies.
06/11/08
Fenômenos ambientais ligados a reprodução.
Idem ao anterior.
12/11/08
Relatório sobre a viagem à Pomerode.
Identificar as principais informações sobre os animais do Zoológico de Pomerode.
13/11/08
Idem ao anterior
Idem ao anterior.
19/11/08
Os sentidos nos animais como forma de permitir-lhe interagir com o ambiente.
Perceber a importância dos sentidos para vida dos animais em geral.
20/11/08
Identificar as diferenças entre os diferentes tipos de animais quanto aos sentidos.
Compreender a diversidade de seres vivos por conta da adaptação dos seres vivos.
26/11/08
Avaliação sobre os sentidos nos organismos animais.
Idem ao anterior.
01 a 05/11/08
Revisão de conteúdos para os exames finais.
Rever os conteúdos do ano para o exame final.
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6 série 04
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
03/10/08
As diferentes formas de digestão dos animais vertebrados e invertebrados.
Compreender que os diferentes grupos de animais possuem digestão própria.
08/10/08
Hábitos alimentares e relações dos animais com o meio ambiente de acordo com o tipo de digestão.
Reconhecer os diferentes tipos de hábitos alimentares e suas implicações sobre os diferentes tipos de digestão.
09/10/08
As estruturas responsáveis pela produção de enzimas digestivas e adaptações aos diferentes tipos de alimentos.
Conhecer os principais tipos de enzimas responsáveis pela digestão nos diferentes grupos de seres vivos.
10/10/08
Desenho das diferentes estruturas digestivas dos diferentes grupos de animais vertebrados e invertebrados.
Identificar os principais tipos de características dos diferentes tipos de sistema digestório.
15/10/08
Discussão dos trabalhos feitos pelos alunos.
Compreender os diferentes tipos de digestão entre animais.
16 e 17/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
22/10/08
Montagem de texto sobre o desenho referente ao processo digestivos dos diferentes tipos de digestão.
Idem ao anterior.
23 e 24/10/08
Questões referentes ao tema da digestão.
Idem ao anterior.
29/10/08
Formas e tipos de reprodução mais comuns entre os seres vivos.
Perceber que a variabilidade de formas reprodutivas se deve a diferentes formas de vida.
31/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
05/11/08
A importância da reprodução para a perpetuação das espécies e da evolução humana.
Perceber a reprodução como processo fundamental na evolução das espécies.
06 e 07/11/08
Fenômenos ambientais ligados a reprodução.
Idem ao anterior.
12/11/08
Relatório sobre a viagem à Pomerode.
Identificar as principais informações sobre os animais do Zoológico de Pomerode.
13 e 14/11/08
Idem ao anterior
Idem ao anterior.
19/11/08
Os sentidos nos animais como forma de permitir-lhe interagir com o ambiente.
Perceber a importância dos sentidos para vida dos animais em geral.
20 e 21/11/08
Identificar as diferenças entre os diferentes tipos de animais quanto aos sentidos.
Compreender a diversidade de seres vivos por conta da adaptação dos seres vivos.
26/11/08
Avaliação sobre os sentidos nos organismos animais.
Idem ao anterior.
01 a 05/11/08
Revisão de conteúdos para os exames finais.
Rever os conteúdos do ano para o exame final.
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6 série 02
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
06/10/08
As diferentes formas de digestão dos animais vertebrados e invertebrados.
Compreender que os diferentes grupos de animais possuem digestão própria.
08 e 09/10/08
Hábitos alimentares e relações dos animais com o meio ambiente de acordo com o tipo de digestão.
Reconhecer os diferentes tipos de hábitos alimentares e suas implicações sobre os diferentes tipos de digestão.
13/10/08
Recesso escolar pelo dia do professor.
Previsto pelo calendário escolar.
16 e 17/10/08
As estruturas responsáveis pela produção de enzimas digestivas e adaptações aos diferentes tipos de alimentos.
Conhecer os principais tipos de enzimas responsáveis pela digestão nos diferentes grupos de seres vivos.
20/10/08
Desenho das diferentes estruturas digestivas dos diferentes grupos de animais vertebrados e invertebrados.
Identificar os principais tipos de características dos diferentes tipos de sistema digestório.
23/10/08
Montagem de texto sobre o desenho referente ao processo digestivos dos diferentes tipos de digestão.
Idem ao anterior.
27/10/08
Questões referentes ao tema da digestão.
Idem ao anterior.
29 e 30/10/08
Formas e tipos de reprodução mais comuns entre os seres vivos.
Perceber que a variabilidade de formas reprodutivas se deve a diferentes formas de vida.
05/11/08
A importância da reprodução para a perpetuação das espécies e da evolução humana.
Perceber a reprodução como processo fundamental na evolução das espécies.
06/11/08
Fenômenos ambientais ligados a reprodução.
Idem ao anterior.
12/11/08
Relatório sobre a viagem à Pomerode.
Identificar as principais informações sobre os animais do Zoológico de Pomerode.
13/11/08
Idem ao anterior
Idem ao anterior.
19/11/08
Os sentidos nos animais como forma de permitir-lhe interagir com o ambiente.
Perceber a importância dos sentidos para vida dos animais em geral.
20/11/08
Identificar as diferenças entre os diferentes tipos de animais quanto aos sentidos.
Compreender a diversidade de seres vivos por conta da adaptação dos seres vivos.
26/11/08
Avaliação sobre os sentidos nos organismos animais.
Idem ao anterior.
01 a 05/11/08
Revisão de conteúdos para os exames finais.
Rever os conteúdos do ano para o exame final.
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6 série 03
DATA
ATIVIDADE/AVALIAÇÃO
CONTEÚDO
OBJETIVO(S)
06/10/08
Potenciação em expressões numéricas.
Identificar a potenciação como forma de expressar uma multiplicação.
Atividade de avaliação final.
Avaliar os conceitos tratados sobre potenciação e sua aplicação em expressões numéricas.
08 e 09/10/08
Radiciação.
Conhecer os conceitos de radiciação.
13/10/08
Recesso escolar pelo dia do professor.
Previsto pelo calendário escolar.
15 e 16/10/08
Aplicação da radiciação em expressões numéricas.
Identificar as aplicações da radiciação em expressões numéricas.
20/10/08
Atividade para entregar feita em folha.
Idem ao anterior.
22 e 23/10/08
Radiciação de frações.
Compreender a forma de se resolver questões relativas frações e radiciação.
27/10/08
Radiciação de números decimais.
Identificar os processos de cálculos com valores decimais.
29 e 30/10/08
Idem ao anterior.
Idem ao anterior.
03/11/08
Expressões numéricas envolvendo radiciação.
Associar os diferentes tipos de cálculo a radiciação.
05 e 07/11/08
Trabalho sobre potenciação aplicada.
Idem ao anterior.
10/11/08
Potenciação e radiciação fracionária.
Perceber a aplicação da radiciação e potenciação em cálculos fracionários.
12 e 14/11/08
Expressões numéricas envolvendo cálculos fracionários.
Idem ao anterior
17/11/08
Trabalho sobre expressões numéricas envolvendo as seis operações básicas: adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação.
Compreender a forma e ordem de resolução dos diferentes tipos de operações matemáticas em expressões numéricas.
19 e 21/11/08
Continuação do trabalho.
Idem ao anterior.
26/11/08
Atividade de revisão para a prova.
Rever os conceitos acerca de expressões numéricas.
26 e 27/11/08
Continuação da revisão.
Prova.
Idem ao anterior.
01 a 05/11/08
Revisão de conteúdos para os exames finais.
Rever os conteúdos do ano para o exame final.
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terça-feira, 4 de novembro de 2008
Educação a Distância para a (trans)formação: reflexões histórico-contextuais de um mundo digital
Resumo
A educação, fator de humanização e (trans)formação planetária é compromisso e direito de todo o ser humano. A discussão que propomos é fruto da necessidade de analisar com critérios e fundamentação teórica e metodológica, uma nova modalidade de formação: a educação à distância inserida no ciberespaço. Para tanto, há que se buscar elementos históricos e contextuais que possibilitem compreender os caminhos escolhidos pela humanidade para alcançar o presente e projetar o futuro. A discussão do tema far-se-á considerando a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) como fatores que permite transcender aos modelos convencionais de formação.
Palavras-chave: humanização, (trans)formação, educação à distância, ciberespaço, Tecnologias de Informação e Comunicação.
Abstract
The education, factor of humanity and planetary (trans) formation is an engagement and due by all human being. The discussion that we propose is born of a necessity by analyze with criterions and theorists grounding and methodological, a new model of formation: the education of way inserted in cyberspace. So, we need to search historic and contextual elements that enable comprehend the choose ways by humanity for to reach the present and planning the future. The discussion of the subject will be done considering the utilization technology of information and communication (TICS) like factors that help us transcender for conventional models of formation.
Keywords: humanity, (trans) formation, education of way, cyberspace, technology of information and communication
Introdução
O conhecimento é hoje, um instrumento de socialização, humanização e inclusão de seres humanos em diferentes ambientes. Pode também ser um instrumento de exclusão e marginalização quanto tratado como propriedade restrita a privilegiados. Desta forma, aproximar-se dele, assimila-lo e principalmente participar de seu processo de (re)construção tem sido um desafio para a sobrevivência de cada ser humano. Verificamos historicamente que este processo passou por diferentes etapas, através das quais se tornou possível ampliar de forma irreversível o acesso a este importante espaço de construção e produção humanas.
O conhecimento construído, por sua vez, precisa de um espaço adequado para estar em permanente construção. Isso deriva, por sua vez, da (re)construção constante das instituições, dos processo e dos métodos que conduzem a humanidade ao novo saber (conhecimento, conceito). Desta forma, as políticas públicas de formação, a universidade e os centros de formação também necessitaram passar por algumas mudanças radicais. Foi necessário discutir com profundidade e leva-los para junto das pessoas, especialmente àquelas que dificilmente teriam a oportunidade de neles ingressar, seja por questões financeiras, de trabalho, família, etc.
Uma opção que se consolida a cada momento é o ensino a distância, que oportuniza, a um número cada vez mais significativo de pessoas, o acesso a (trans)formação. Diferentes níveis vêm sendo oferecidos nesta modalidade: formação continuada, educação básica, educação profissionalizante, graduação e pós-graduação. Uma diversidade de elementos auxilia nesse processo: rádio, TV, Internet, além dos veículos de comunicação impressa. São as chamadas Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs). Valer-se destes recursos garantiu o sucesso já alcançado e certamente promete grandes inovações.
Como processo de disseminação do saber, sofreu e sofre amplas críticas, as quais variam entre pontos positivos e negativos diversos. O texto que segue pretende analisar e discutir dialeticamente, do ponto de vista histórico, o processo antropo-social que permitiu o surgimento da educação a distância como forma de democratização do acesso ao saber. Considerar-se-á como instrumento de disseminação desta modalidade de ensino, o uso de recursos digitais.
Historicidade do conhecimento e função histórica da formação acadêmica
Uma breve reflexão histórica acerca do processo de concepção do conhecimento nos permite identificar alguns aspectos decisivos na compreensão dos caminhos percorridos para dissemina-lo e (re)construí-lo. A necessidade convertida em demanda exige a determinação de novos paradigmas de ensino, como o da educação à distância, para que democrática e inclusivamente, se possa aproximar os diferentes níveis de ensino à utópica universalização ao seu acesso, permanência e conclusão.
A evolução biológica fez do ser humano um ente único na realidade planetária. Ele passou a saber que sabe e, que este saber, lhe permite promover transformações radicais e únicas. Analisando de forma sucinta, a historicidade do conhecimento, percebe-se que a Grécia é uma importante referência. Sócrates constrói seu conhecimento através da ironia e da maiêutica. Para Platão o conhecimento se dá pela emissão de opiniões que, por sua vez, impunham discussões dialéticas.
Já Aristóteles relaciona o conhecimento à experiência com base na observação dos fenômenos (episteme). Deste período herdamos algumas contribuições para a construção da noção de conhecimento tais como o estabelecimento de diferenças entre conhecimento sensível e conhecimento intelectual; estabelecimento de diferença entre aparência e essência; estabelecimento de diferença entre opinião e saber; estabelecimento de regras da lógica pra se chegar à verdade.
Já na Idade Média, distinguimos diferentes vertentes, dentre as quais, a Patrística, que busca a conciliação do pensamento cristão ao pensamento platônico, sendo seu grande expoente Santo Agostinho. Outra tendência importante é a Escolástica, a qual pretende anexar a Filosofia aristotélica ao pensamento cristão, com o estreitamento da relação Fé e razão, sendo seu grande expoente São Tomás de Aquino. Uma terceira corrente é o Nominalismo que trata da separação da Filosofia da teologia através do esvaziamento dos conceitos.
A Idade Moderna trouxe consigo uma verdadeira revolução no processo de (re)construção de saberes, conceitos e conhecimentos. Neste período, a primeira revolução Científica trouxe várias mudanças para o pensamento, sendo uma das mais significativas a mudança da visão teocentrista (Deus é o centro do conhecimento) para visão antropocentrista (o homem é o centro do conhecimento). Destacam-se neste período os trabalhos de Descartes e a máxima do cartesianismo “Cogito ergo sun”; o empirismo de John Lock e David Hume e o criticismo kantiano baseado no conhecimento a priori, universal e necessário. Ainda neste período merece destaque a herança iluminista, a qual centraliza suas bases na razão.
A chamada Idade Contemporânea vestiu-se do ideal econômico iniciado no processo da Revolução Industrial Inglesa e dos ideários da Revolução Francesa, transformando o mundo essencialmente agrícola, numa realidade planetária dedicada ao processo industrial. Foi no século XIX com, Charles Babbage, matemático britânico (26/12/1791-18/10/1871), que ao inventar uma máquina de calcular, estabelece os primeiros passos em direção ao que virá a ser o computador.
Pronto em 1822, o equipamento protótipo de Babbage trabalha com oito posições decimais e calcula diferenças finitas. Em 1833 cria o projeto da máquina analítica, capaz de somar, subtrair, dividir e multiplicar, efetuar operações em seqüência e armazenar os resultados intermediários de até mil números de 50 dígitos, antecipando o futuro computador. Depois de executar o processamento dos dados, a máquina reproduz os resultados em cartões perfurados ou em relatório impresso. Mas à época, este invento não convenceu e o que se viu, foi o surgimento de novas técnicas e meios de produção, para garantir que amplie a produção, qualificando o resultado final, além de otimizar tempo e recursos.
Assim, surgem diferentes teorias de verdadeiro confinamento humano em torno da aquisição de habilidades técnicas capazes de atender às necessidades da relação capital-trabalho. O século XX, tido como o da ciência, determinou também um amplo movimento dos modelos de produção (de saberes e de bens).
Das linhas de produção em série aos ambientes cibernéticos dos sítios virtuais, nos últimos cem anos, o progresso, o crescimento e, por conseguinte, a superação da ciência foi incomparável nos aspectos quantitativo e qualitativo. Esta mudança tem radicalizado a necessidade de analisar de forma responsável, a forma como os saberes serão disseminados, (re)construídos e aplicados.
Se analisarmos paralelamente a historicidade que inseriu o ensino no Brasil, veremos que ambos ocorreram de forma agregada e sincronizada. Às bases do ensino formal trazido pelos jesuítas também passou por profundas transformações de seu perfil, passando de uma escola de estereotipo catequético, para uma exclusiva e sectária, para finalmente torna-se formadora de mão-de-obra qualificada. De acordo com VARGAS (1994, p. 198-99)
“A única indústria que prosperava na Colônia era a da fabricação de açúcar [...]Ruy Gama conclui que, durante a colônia, a fabricação de açúcar era baseada em técnicas empíricas. Somente no início do século XIX - com a transformação dos engenhos movidos a roda d’água, em usinas movidas a vapor – é que se pode dizer que há uma contribuição tecnológica à indústria do açúcar”.
O Brasil colonial e imperial mantinha uma formação acadêmica direcionada a elite com atenção especial em relação a determinadas áreas do conhecimento como o direito e a medicina, enquanto a classe trabalhadora, na sua grande maioria escrava não tinha acesso a qualquer tipo de formação. Com a imigração européia a economia e, por conseguinte, a formação acadêmica passam por uma verdadeira metamorfose. O perfil econômico do país, em cem anos desvincula-se do caráter eminentemente agrícola, para se tornar uma nação industrial, com crescente campo no setor de prestação de serviços. Neste período é preciso formar novos trabalhadores que se adaptem as novas demandas. Neste sentido TOMELIN (2003, p. 13) afirma que
“O ajuste do sistema de ensino às novas necessidades, esteve muito ancorado no positivismo comteano. Afinal não seria conveniente despender tempo com formação humanística à classe trabalhadora. Esta deveria ser preparada para responder às necessidades do mercado e da elite governante, sempre comprometida com interesses particulares ou de grupos restritos”.
Este é o ambiente econômico, social, político em que é concebida a formação da nova classe trabalhadora. A universidade é destinada a formação de grupos restritos, aos quais, são rendidos os privilégios de pensar por uma grande massa geralmente formada para assumir determinados postos de trabalho. Após a década de 1930, o país mergulha num crescente processo de industrialização. Aliado a isso se tornou imperativo formar profissionais que apresentassem habilidades mais apuradas que as manuais. De acordo com MENDONÇA (2006)
“as principais experiências universitárias empreendidas nos anos 30 se vinculavam a diferentes projetos de reconstrução nacional via educação que informavam concepções diversas acerca da formação das elites, da relação educação do povo ou das massas/educação das elites – e da maior ou menor ênfase posta num desses pólos –, do papel dessas elites no processo de reconstrução nacional, da própria constituição dessas elites”.
Nesta época surgem escolas inteiramente voltadas para a formação profissionalizante. Porém as tecnologias disponíveis são apenas os equipamentos de laboratório que imitam as condições dos ambientes de trabalho das linhas de montagem. O mundo digital ainda não despertou os interesses do universo econômico e produtivo e, por conseguinte a realidade educacional. O modelo tecnicista tradicional implante-se como grande mentor da formação da classe trabalhadora.
Tal formação concretizou-se em escolas como o SENAI, onde o treinamento ostensivo era considerado o grande objetivo e mérito do processo educativo, especialmente direcionado aos trabalhadores. Em outras, como as Escolas Técnicas Federais, ocorria à preocupação em valorar o humano e o social.
O governo de Juscelino Kubitschek de Oliveira impulsionou o desenvolvimento do país tomando por base o processo de ampla industrialização. A mão-de-obra a ser formada necessita de novos conceitos, de novas metodologias e as elites por sua vez, de novos instrumentos para consolidar sua posição. Durante a década de 60, além de convênios como o MEC/USAID ocorre a reforma universitária (Lei 5540/68),
A reforma universitária, gestada pelo governo militar, é considerada um grande marco na história das universidades brasileiras. O objetivo da reforma era oferecer um perfil moderno a universidade dentro das condições de 'segurança' que a ditadura pretendia para si e para os interesses do capital que representava. A Lei 5540/68 introduziu a relação custo-benefício e o capital humano na educação, direcionando a universidade para o mercado de trabalho, ampliando o acesso da classe média ao ensino superior e cerceando a autonomia universitária. O tecnicismo institucionalizado mantém-se até o final dos anos 80 e começo dos 90, quando os educadores perceberam que recursos tecnológicos eram capazes de substituir a mão-de-obra daqueles profissionais ‘robotizados’.
Foi então que se percebeu a necessidade de se tratar o educando como ser humano e que a formação acadêmica (superior) deveria ser estendida ao máximo de pessoas. Neste contexto surge a modalidade de ensino a distância com a aprovação da Lei 9394/96 (LDB). Sobre o ensino a distância, prevê em seu artigo 80 “O Poder Público incentivará o desenvolvimento e a veiculação de programas de ensino a distância, em todos os níveis e modalidades de ensino, e de educação continuada”.
Esta possibilidade de formação permite que em uma década formem-se redes de formação a distância em todos os níveis de ensino, utilizando-se desde simples apostilas, radio e TV até o ciberespaço (internet). Este é um momento único e que amplia possibilidades de formação num ritmo geometricamente incalculável. Este novo locus implica em novas metodologias, novas relações entre teoria e prática, novas concepções teóricas acerca do processo educativo e novos paradigmas cognitivos.
Das necessidades implícitas às demandas explícitas
Os desafios lançados no despertar do século XXI tornam evidentes algumas das mais elementares necessidades humanas: conhecer. O que até um passado recente era privilégio e mérito de algumas mentes privilegiadas é hoje algo possível e necessário também às massas. A modernização do processo de produção e a ampliação legal de direitos como a educação fez surgir novas demandas. O que era uma necessidade (que pode ser simplesmente ignorada) passa a ser uma demanda (compromisso regulamentado). Se em outros tempos era possível apenas desejar imprimir um caráter coletivo na formação humana, hoje caminhamos para a sua universalização.
Diante disto se percebe que além de universalizar técnicas é preciso universalizar formação. A demanda não é por compreender metodologias ou práticas, mas pela identificação de contexto, valores e processos inerentes. O uso de máquinas e tecnologias, por exemplo, permite certas facilidades e seduz pela sua praticidade e eficiência, porém pode representar um equivoco se estas não forem de acesso igualmente universal.
As chamadas Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) serão parceiras inseparáveis desta nova demanda, encurtando (suprimindo) distâncias e permitindo que cada sujeito estabeleça cronogramas próprios. Assim de acordo com BELLONI (2002)
“quanto à educação a distância, o conceito tende a se transformar, pois uma das macrotendências que se pode vislumbrar no futuro próximo do campo educacional é uma "convergência de paradigmas" que unificará o ensino presencial e a distância, em formas novas e diversificadas que incluirão um uso muito mais intensificado das TICs”.
O que se deve observar é a necessidade imperativa de manter o ser humano como centro dos objetivos desta nova modalidade de ensino. As tecnologias não podem substituir a riqueza representada pela relação humana estabelecida no processo educativo. Outro aspecto a ser considerado é que a disponibilidade das TICs ainda é relativa e determinada por fatores econômicos, sobre os quais há que se refletir noutro momento.
O mais importante a ser considerado é que o que era uma opção, já está se transformando num compromisso e em breve poderá se tornar uma obrigação. Assim as novas demandas, que exigem o cumprimento do direito elementar a uma formação qualificada se farão ouvir e a voz rouca dos marginalizados se tornará uma cintilante canção de respeito e dignidade. Se todo o ser humano tem direito ao trabalho, por conseqüência terá também o de se profissionalizar.
Em relação à educação a distância no Brasil percebe-se que as instituições privadas foram as grandes pioneiras, construindo competência e obtendo verbas públicas. Em relação ao setor público reservam-se políticas e ações públicas meramente tecnocráticas, autoritárias e centralizadoras que as destina a resultados muitas vezes medíocres, senão ao fracasso.
Diante disto o Estado apenas fiscaliza o funcionamento deste tipo formação, uma vez que, ele próprio tem renunciado a condição de elemento promotor de ações de efetivo impacto social. Considerado este aspecto, SILVA JÚNIOR (2003) afirma que “as reformas do Estado no atual estágio do capitalismo mundial tendem para um desmonte do Estado intervencionista na economia e nos setores sociais”. Assim há um crescente, porém, velado controle externo sobre ações na economia e em relação às ações sociais, desvinculando institucionalmente o Estado e produzindo um sentimento de poder paralelo.
Neste sentido, especificamente em alguns cursos de licenciatura, como o de pedagogia, as universidades públicas (como no caso de Santa Catarina a UDESC e UFSC) tem iniciado um processo de estruturação de cursos de graduação à distância. Isto pode representar um incremento no fator qualidade se não representar apenas um discurso político de pouca fundamentação pedagógica, metodológica, antropológica e ética. Não se pode afirmar que isto seja uma retomada do papel do Estado sobre o processo educativo. Ao contrário, os avanços são tímidos e geralmente correlatos às necessidades mercadológicas ou ao cumprimento de exigências legais, uma vez que, especificamente em relação às licenciaturas, a LDB criou uma demanda significativa.
A implementação deste tipo de ensino deverá atender a demandas e não a interesses setoriais, transformando-o num elemento de potencial libertação. Por isso é preciso um permanente processo avaliativo através do qual seja possível qualificar o conceito de educação à distância e seu resultado. De acordo com SANTOS (1981, p. 169) “o que importa aqui é que, freqüentemente, o chão social compromete não só as experiências, mas com elas, a intenção de avaliá-las”. As concepções equivocadas de avaliação, que a concebem apenas como diagnóstico de resultados não garante ao processo a característica auto-eco-ético-organizativa através da qual será possível inovar práticas e conceber novos horizontes.
O grande perigo que se pode incorrer é redirecionar a educação para uma conduta tecnicista a exemplo do que ocorreu na década de 1970. Não se trata neste momento de se formar uma grande massa trabalhadora, mas cidadania, que além do conhecimento técnico, domine também a capacidade de autocrítica. O sucesso desta propriedade se dará através de uma flexibilidade teórica e metodológica, encorajada pela necessidade de se proclamar o ser humano como autor e ator de sua própria formação.
Conclusão
O ser humano, espetacular pela sua complexidade e excepcional pela sua diversidade agrega uma infinidade de outras qualidades, limitações, desejos, emoções, necessidades e desafios. A formação em qualquer nível necessariamente convive com esta gama de elementos e por isso seu sucesso dependerá do reconhecimento e da inserção permanente de tais elementos.
Atuando em cursos de pós-graduação, em nível de especialização, na modalidade à distância, pôde-se perceber a necessidade permanente de se discutir os seus diversos aspectos. Por ser um modelo concebido num tempo recente, há opiniões e concepções diversas, muitas das quais sem embasamento, considerando apenas elementos superficiais. As novas demandas advindas de necessidades remotas, nos impõe, por sua vez, uma análise responsável em favor de uma sensibilização política que estabeleça uma formação solidária, ética, digna e comprometida.
Oportunizar formação pode não representar uma efetiva transformação, mas sem ela não haverá sequer esperança. Onde não há esperança, não há projeto, não há perspectiva e o futuro é incerto. A transcendência do simples ato de aproximar o ser humano ao conhecimento está no compromisso institucional e pessoal de educandos e educadores, que podem fazer da educação um instrumento de libertação ou apenas torná-la agente de exclusão e marginalização.
A concepção tradicional de educação (presencial) não alcançou o pleno desejo de aproximar o ser humano de uma de suas maiores conquistas: o conhecimento. Criatura e criador precisam se aproximar, interagir, se auto-eco-construir para que ambos sejam mais do que uma soma aritmética. Esta junção é um processo de construção dial(ética) forjado pelas relações estabelecidas e pela constante necessidade de transcender.
Referências Bibiográficas
BELLONI, Maria Luiza. Ensaio sobre a educação à distância no Brasil. Disponível em: www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-73302002000200008&lng=pt&nrm=iso&tl. Acesso em 23 nov. 2006.
LDB. Lei de diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.presidencia.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm. Acesso em 30 nov. 2006.
MENDONÇA. Ana Waleska P.C. O educador: de intelectual a burocrata. Disponível em: www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0101-73301997000100007&lng=pt&nrm=isso. Acessado em 29 nov. 2006
SANTOS, L.G. Desregulagens. São Paulo: Brasiliense, 1981.
A educação, fator de humanização e (trans)formação planetária é compromisso e direito de todo o ser humano. A discussão que propomos é fruto da necessidade de analisar com critérios e fundamentação teórica e metodológica, uma nova modalidade de formação: a educação à distância inserida no ciberespaço. Para tanto, há que se buscar elementos históricos e contextuais que possibilitem compreender os caminhos escolhidos pela humanidade para alcançar o presente e projetar o futuro. A discussão do tema far-se-á considerando a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) como fatores que permite transcender aos modelos convencionais de formação.
Palavras-chave: humanização, (trans)formação, educação à distância, ciberespaço, Tecnologias de Informação e Comunicação.
Abstract
The education, factor of humanity and planetary (trans) formation is an engagement and due by all human being. The discussion that we propose is born of a necessity by analyze with criterions and theorists grounding and methodological, a new model of formation: the education of way inserted in cyberspace. So, we need to search historic and contextual elements that enable comprehend the choose ways by humanity for to reach the present and planning the future. The discussion of the subject will be done considering the utilization technology of information and communication (TICS) like factors that help us transcender for conventional models of formation.
Keywords: humanity, (trans) formation, education of way, cyberspace, technology of information and communication
Introdução
O conhecimento é hoje, um instrumento de socialização, humanização e inclusão de seres humanos em diferentes ambientes. Pode também ser um instrumento de exclusão e marginalização quanto tratado como propriedade restrita a privilegiados. Desta forma, aproximar-se dele, assimila-lo e principalmente participar de seu processo de (re)construção tem sido um desafio para a sobrevivência de cada ser humano. Verificamos historicamente que este processo passou por diferentes etapas, através das quais se tornou possível ampliar de forma irreversível o acesso a este importante espaço de construção e produção humanas.
O conhecimento construído, por sua vez, precisa de um espaço adequado para estar em permanente construção. Isso deriva, por sua vez, da (re)construção constante das instituições, dos processo e dos métodos que conduzem a humanidade ao novo saber (conhecimento, conceito). Desta forma, as políticas públicas de formação, a universidade e os centros de formação também necessitaram passar por algumas mudanças radicais. Foi necessário discutir com profundidade e leva-los para junto das pessoas, especialmente àquelas que dificilmente teriam a oportunidade de neles ingressar, seja por questões financeiras, de trabalho, família, etc.
Uma opção que se consolida a cada momento é o ensino a distância, que oportuniza, a um número cada vez mais significativo de pessoas, o acesso a (trans)formação. Diferentes níveis vêm sendo oferecidos nesta modalidade: formação continuada, educação básica, educação profissionalizante, graduação e pós-graduação. Uma diversidade de elementos auxilia nesse processo: rádio, TV, Internet, além dos veículos de comunicação impressa. São as chamadas Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs). Valer-se destes recursos garantiu o sucesso já alcançado e certamente promete grandes inovações.
Como processo de disseminação do saber, sofreu e sofre amplas críticas, as quais variam entre pontos positivos e negativos diversos. O texto que segue pretende analisar e discutir dialeticamente, do ponto de vista histórico, o processo antropo-social que permitiu o surgimento da educação a distância como forma de democratização do acesso ao saber. Considerar-se-á como instrumento de disseminação desta modalidade de ensino, o uso de recursos digitais.
Historicidade do conhecimento e função histórica da formação acadêmica
Uma breve reflexão histórica acerca do processo de concepção do conhecimento nos permite identificar alguns aspectos decisivos na compreensão dos caminhos percorridos para dissemina-lo e (re)construí-lo. A necessidade convertida em demanda exige a determinação de novos paradigmas de ensino, como o da educação à distância, para que democrática e inclusivamente, se possa aproximar os diferentes níveis de ensino à utópica universalização ao seu acesso, permanência e conclusão.
A evolução biológica fez do ser humano um ente único na realidade planetária. Ele passou a saber que sabe e, que este saber, lhe permite promover transformações radicais e únicas. Analisando de forma sucinta, a historicidade do conhecimento, percebe-se que a Grécia é uma importante referência. Sócrates constrói seu conhecimento através da ironia e da maiêutica. Para Platão o conhecimento se dá pela emissão de opiniões que, por sua vez, impunham discussões dialéticas.
Já Aristóteles relaciona o conhecimento à experiência com base na observação dos fenômenos (episteme). Deste período herdamos algumas contribuições para a construção da noção de conhecimento tais como o estabelecimento de diferenças entre conhecimento sensível e conhecimento intelectual; estabelecimento de diferença entre aparência e essência; estabelecimento de diferença entre opinião e saber; estabelecimento de regras da lógica pra se chegar à verdade.
Já na Idade Média, distinguimos diferentes vertentes, dentre as quais, a Patrística, que busca a conciliação do pensamento cristão ao pensamento platônico, sendo seu grande expoente Santo Agostinho. Outra tendência importante é a Escolástica, a qual pretende anexar a Filosofia aristotélica ao pensamento cristão, com o estreitamento da relação Fé e razão, sendo seu grande expoente São Tomás de Aquino. Uma terceira corrente é o Nominalismo que trata da separação da Filosofia da teologia através do esvaziamento dos conceitos.
A Idade Moderna trouxe consigo uma verdadeira revolução no processo de (re)construção de saberes, conceitos e conhecimentos. Neste período, a primeira revolução Científica trouxe várias mudanças para o pensamento, sendo uma das mais significativas a mudança da visão teocentrista (Deus é o centro do conhecimento) para visão antropocentrista (o homem é o centro do conhecimento). Destacam-se neste período os trabalhos de Descartes e a máxima do cartesianismo “Cogito ergo sun”; o empirismo de John Lock e David Hume e o criticismo kantiano baseado no conhecimento a priori, universal e necessário. Ainda neste período merece destaque a herança iluminista, a qual centraliza suas bases na razão.
A chamada Idade Contemporânea vestiu-se do ideal econômico iniciado no processo da Revolução Industrial Inglesa e dos ideários da Revolução Francesa, transformando o mundo essencialmente agrícola, numa realidade planetária dedicada ao processo industrial. Foi no século XIX com, Charles Babbage, matemático britânico (26/12/1791-18/10/1871), que ao inventar uma máquina de calcular, estabelece os primeiros passos em direção ao que virá a ser o computador.
Pronto em 1822, o equipamento protótipo de Babbage trabalha com oito posições decimais e calcula diferenças finitas. Em 1833 cria o projeto da máquina analítica, capaz de somar, subtrair, dividir e multiplicar, efetuar operações em seqüência e armazenar os resultados intermediários de até mil números de 50 dígitos, antecipando o futuro computador. Depois de executar o processamento dos dados, a máquina reproduz os resultados em cartões perfurados ou em relatório impresso. Mas à época, este invento não convenceu e o que se viu, foi o surgimento de novas técnicas e meios de produção, para garantir que amplie a produção, qualificando o resultado final, além de otimizar tempo e recursos.
Assim, surgem diferentes teorias de verdadeiro confinamento humano em torno da aquisição de habilidades técnicas capazes de atender às necessidades da relação capital-trabalho. O século XX, tido como o da ciência, determinou também um amplo movimento dos modelos de produção (de saberes e de bens).
Das linhas de produção em série aos ambientes cibernéticos dos sítios virtuais, nos últimos cem anos, o progresso, o crescimento e, por conseguinte, a superação da ciência foi incomparável nos aspectos quantitativo e qualitativo. Esta mudança tem radicalizado a necessidade de analisar de forma responsável, a forma como os saberes serão disseminados, (re)construídos e aplicados.
Se analisarmos paralelamente a historicidade que inseriu o ensino no Brasil, veremos que ambos ocorreram de forma agregada e sincronizada. Às bases do ensino formal trazido pelos jesuítas também passou por profundas transformações de seu perfil, passando de uma escola de estereotipo catequético, para uma exclusiva e sectária, para finalmente torna-se formadora de mão-de-obra qualificada. De acordo com VARGAS (1994, p. 198-99)
“A única indústria que prosperava na Colônia era a da fabricação de açúcar [...]Ruy Gama conclui que, durante a colônia, a fabricação de açúcar era baseada em técnicas empíricas. Somente no início do século XIX - com a transformação dos engenhos movidos a roda d’água, em usinas movidas a vapor – é que se pode dizer que há uma contribuição tecnológica à indústria do açúcar”.
O Brasil colonial e imperial mantinha uma formação acadêmica direcionada a elite com atenção especial em relação a determinadas áreas do conhecimento como o direito e a medicina, enquanto a classe trabalhadora, na sua grande maioria escrava não tinha acesso a qualquer tipo de formação. Com a imigração européia a economia e, por conseguinte, a formação acadêmica passam por uma verdadeira metamorfose. O perfil econômico do país, em cem anos desvincula-se do caráter eminentemente agrícola, para se tornar uma nação industrial, com crescente campo no setor de prestação de serviços. Neste período é preciso formar novos trabalhadores que se adaptem as novas demandas. Neste sentido TOMELIN (2003, p. 13) afirma que
“O ajuste do sistema de ensino às novas necessidades, esteve muito ancorado no positivismo comteano. Afinal não seria conveniente despender tempo com formação humanística à classe trabalhadora. Esta deveria ser preparada para responder às necessidades do mercado e da elite governante, sempre comprometida com interesses particulares ou de grupos restritos”.
Este é o ambiente econômico, social, político em que é concebida a formação da nova classe trabalhadora. A universidade é destinada a formação de grupos restritos, aos quais, são rendidos os privilégios de pensar por uma grande massa geralmente formada para assumir determinados postos de trabalho. Após a década de 1930, o país mergulha num crescente processo de industrialização. Aliado a isso se tornou imperativo formar profissionais que apresentassem habilidades mais apuradas que as manuais. De acordo com MENDONÇA (2006)
“as principais experiências universitárias empreendidas nos anos 30 se vinculavam a diferentes projetos de reconstrução nacional via educação que informavam concepções diversas acerca da formação das elites, da relação educação do povo ou das massas/educação das elites – e da maior ou menor ênfase posta num desses pólos –, do papel dessas elites no processo de reconstrução nacional, da própria constituição dessas elites”.
Nesta época surgem escolas inteiramente voltadas para a formação profissionalizante. Porém as tecnologias disponíveis são apenas os equipamentos de laboratório que imitam as condições dos ambientes de trabalho das linhas de montagem. O mundo digital ainda não despertou os interesses do universo econômico e produtivo e, por conseguinte a realidade educacional. O modelo tecnicista tradicional implante-se como grande mentor da formação da classe trabalhadora.
Tal formação concretizou-se em escolas como o SENAI, onde o treinamento ostensivo era considerado o grande objetivo e mérito do processo educativo, especialmente direcionado aos trabalhadores. Em outras, como as Escolas Técnicas Federais, ocorria à preocupação em valorar o humano e o social.
O governo de Juscelino Kubitschek de Oliveira impulsionou o desenvolvimento do país tomando por base o processo de ampla industrialização. A mão-de-obra a ser formada necessita de novos conceitos, de novas metodologias e as elites por sua vez, de novos instrumentos para consolidar sua posição. Durante a década de 60, além de convênios como o MEC/USAID ocorre a reforma universitária (Lei 5540/68),
A reforma universitária, gestada pelo governo militar, é considerada um grande marco na história das universidades brasileiras. O objetivo da reforma era oferecer um perfil moderno a universidade dentro das condições de 'segurança' que a ditadura pretendia para si e para os interesses do capital que representava. A Lei 5540/68 introduziu a relação custo-benefício e o capital humano na educação, direcionando a universidade para o mercado de trabalho, ampliando o acesso da classe média ao ensino superior e cerceando a autonomia universitária. O tecnicismo institucionalizado mantém-se até o final dos anos 80 e começo dos 90, quando os educadores perceberam que recursos tecnológicos eram capazes de substituir a mão-de-obra daqueles profissionais ‘robotizados’.
Foi então que se percebeu a necessidade de se tratar o educando como ser humano e que a formação acadêmica (superior) deveria ser estendida ao máximo de pessoas. Neste contexto surge a modalidade de ensino a distância com a aprovação da Lei 9394/96 (LDB). Sobre o ensino a distância, prevê em seu artigo 80 “O Poder Público incentivará o desenvolvimento e a veiculação de programas de ensino a distância, em todos os níveis e modalidades de ensino, e de educação continuada”.
Esta possibilidade de formação permite que em uma década formem-se redes de formação a distância em todos os níveis de ensino, utilizando-se desde simples apostilas, radio e TV até o ciberespaço (internet). Este é um momento único e que amplia possibilidades de formação num ritmo geometricamente incalculável. Este novo locus implica em novas metodologias, novas relações entre teoria e prática, novas concepções teóricas acerca do processo educativo e novos paradigmas cognitivos.
Das necessidades implícitas às demandas explícitas
Os desafios lançados no despertar do século XXI tornam evidentes algumas das mais elementares necessidades humanas: conhecer. O que até um passado recente era privilégio e mérito de algumas mentes privilegiadas é hoje algo possível e necessário também às massas. A modernização do processo de produção e a ampliação legal de direitos como a educação fez surgir novas demandas. O que era uma necessidade (que pode ser simplesmente ignorada) passa a ser uma demanda (compromisso regulamentado). Se em outros tempos era possível apenas desejar imprimir um caráter coletivo na formação humana, hoje caminhamos para a sua universalização.
Diante disto se percebe que além de universalizar técnicas é preciso universalizar formação. A demanda não é por compreender metodologias ou práticas, mas pela identificação de contexto, valores e processos inerentes. O uso de máquinas e tecnologias, por exemplo, permite certas facilidades e seduz pela sua praticidade e eficiência, porém pode representar um equivoco se estas não forem de acesso igualmente universal.
As chamadas Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) serão parceiras inseparáveis desta nova demanda, encurtando (suprimindo) distâncias e permitindo que cada sujeito estabeleça cronogramas próprios. Assim de acordo com BELLONI (2002)
“quanto à educação a distância, o conceito tende a se transformar, pois uma das macrotendências que se pode vislumbrar no futuro próximo do campo educacional é uma "convergência de paradigmas" que unificará o ensino presencial e a distância, em formas novas e diversificadas que incluirão um uso muito mais intensificado das TICs”.
O que se deve observar é a necessidade imperativa de manter o ser humano como centro dos objetivos desta nova modalidade de ensino. As tecnologias não podem substituir a riqueza representada pela relação humana estabelecida no processo educativo. Outro aspecto a ser considerado é que a disponibilidade das TICs ainda é relativa e determinada por fatores econômicos, sobre os quais há que se refletir noutro momento.
O mais importante a ser considerado é que o que era uma opção, já está se transformando num compromisso e em breve poderá se tornar uma obrigação. Assim as novas demandas, que exigem o cumprimento do direito elementar a uma formação qualificada se farão ouvir e a voz rouca dos marginalizados se tornará uma cintilante canção de respeito e dignidade. Se todo o ser humano tem direito ao trabalho, por conseqüência terá também o de se profissionalizar.
Em relação à educação a distância no Brasil percebe-se que as instituições privadas foram as grandes pioneiras, construindo competência e obtendo verbas públicas. Em relação ao setor público reservam-se políticas e ações públicas meramente tecnocráticas, autoritárias e centralizadoras que as destina a resultados muitas vezes medíocres, senão ao fracasso.
Diante disto o Estado apenas fiscaliza o funcionamento deste tipo formação, uma vez que, ele próprio tem renunciado a condição de elemento promotor de ações de efetivo impacto social. Considerado este aspecto, SILVA JÚNIOR (2003) afirma que “as reformas do Estado no atual estágio do capitalismo mundial tendem para um desmonte do Estado intervencionista na economia e nos setores sociais”. Assim há um crescente, porém, velado controle externo sobre ações na economia e em relação às ações sociais, desvinculando institucionalmente o Estado e produzindo um sentimento de poder paralelo.
Neste sentido, especificamente em alguns cursos de licenciatura, como o de pedagogia, as universidades públicas (como no caso de Santa Catarina a UDESC e UFSC) tem iniciado um processo de estruturação de cursos de graduação à distância. Isto pode representar um incremento no fator qualidade se não representar apenas um discurso político de pouca fundamentação pedagógica, metodológica, antropológica e ética. Não se pode afirmar que isto seja uma retomada do papel do Estado sobre o processo educativo. Ao contrário, os avanços são tímidos e geralmente correlatos às necessidades mercadológicas ou ao cumprimento de exigências legais, uma vez que, especificamente em relação às licenciaturas, a LDB criou uma demanda significativa.
A implementação deste tipo de ensino deverá atender a demandas e não a interesses setoriais, transformando-o num elemento de potencial libertação. Por isso é preciso um permanente processo avaliativo através do qual seja possível qualificar o conceito de educação à distância e seu resultado. De acordo com SANTOS (1981, p. 169) “o que importa aqui é que, freqüentemente, o chão social compromete não só as experiências, mas com elas, a intenção de avaliá-las”. As concepções equivocadas de avaliação, que a concebem apenas como diagnóstico de resultados não garante ao processo a característica auto-eco-ético-organizativa através da qual será possível inovar práticas e conceber novos horizontes.
O grande perigo que se pode incorrer é redirecionar a educação para uma conduta tecnicista a exemplo do que ocorreu na década de 1970. Não se trata neste momento de se formar uma grande massa trabalhadora, mas cidadania, que além do conhecimento técnico, domine também a capacidade de autocrítica. O sucesso desta propriedade se dará através de uma flexibilidade teórica e metodológica, encorajada pela necessidade de se proclamar o ser humano como autor e ator de sua própria formação.
Conclusão
O ser humano, espetacular pela sua complexidade e excepcional pela sua diversidade agrega uma infinidade de outras qualidades, limitações, desejos, emoções, necessidades e desafios. A formação em qualquer nível necessariamente convive com esta gama de elementos e por isso seu sucesso dependerá do reconhecimento e da inserção permanente de tais elementos.
Atuando em cursos de pós-graduação, em nível de especialização, na modalidade à distância, pôde-se perceber a necessidade permanente de se discutir os seus diversos aspectos. Por ser um modelo concebido num tempo recente, há opiniões e concepções diversas, muitas das quais sem embasamento, considerando apenas elementos superficiais. As novas demandas advindas de necessidades remotas, nos impõe, por sua vez, uma análise responsável em favor de uma sensibilização política que estabeleça uma formação solidária, ética, digna e comprometida.
Oportunizar formação pode não representar uma efetiva transformação, mas sem ela não haverá sequer esperança. Onde não há esperança, não há projeto, não há perspectiva e o futuro é incerto. A transcendência do simples ato de aproximar o ser humano ao conhecimento está no compromisso institucional e pessoal de educandos e educadores, que podem fazer da educação um instrumento de libertação ou apenas torná-la agente de exclusão e marginalização.
A concepção tradicional de educação (presencial) não alcançou o pleno desejo de aproximar o ser humano de uma de suas maiores conquistas: o conhecimento. Criatura e criador precisam se aproximar, interagir, se auto-eco-construir para que ambos sejam mais do que uma soma aritmética. Esta junção é um processo de construção dial(ética) forjado pelas relações estabelecidas e pela constante necessidade de transcender.
Referências Bibiográficas
BELLONI, Maria Luiza. Ensaio sobre a educação à distância no Brasil. Disponível em: www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-73302002000200008&lng=pt&nrm=iso&tl. Acesso em 23 nov. 2006.
LDB. Lei de diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.presidencia.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm. Acesso em 30 nov. 2006.
MENDONÇA. Ana Waleska P.C. O educador: de intelectual a burocrata. Disponível em: www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0101-73301997000100007&lng=pt&nrm=isso. Acessado em 29 nov. 2006
SANTOS, L.G. Desregulagens. São Paulo: Brasiliense, 1981.
SILVA JÚNIOR, João dos Reis. Reformas do Estado e da educação e as políticas públicas para a formação de professores a distância: implicações políticas e teóricas. Disponível em: www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-73302003000400015&script=sci_arttext. Acesso em 25 nov. 2006.
TOMELN, Nilton Bruno. O ensino de ciências na educação básica: um estudo de caso a partir da concepção de ciência de Bruno Latour. Orientador: Dr. Adolfo Ramos Lamar. Dissertação de Mestrado. Blumenau: FURB, 2003.
VARGAS, Milton. Para uma filosofia da tecnologia. São Paulo: Editora Alfa Omega. 1994.
domingo, 19 de outubro de 2008
O fenômeno Obama: uma lição
A escravidão negra oficial já acabou, o Apartheid já foi superado e preconceito é coisa condenável, mas apenas em 2008, um afro-descendente surge no cenário mundial podendo tornar-se o mandatário da nação mais poderosa do mundo. Barack Obama certamente já fez história. Mas é importante dizer que Obama não surge apenas para ser o primeiro desta etnia a poder presidir os EUA. Suas opiniões, sua sensibilidade parecem fazê-lo diferente daquilo que estamos acostumados a ouvir de democratas e republicanos ao longo de séculos.
A quem o compare a Luther King, o que parece um tanto precipitado, uma vez que os tempos e os contextos são outros. Independentemente do resultado da eleição presidencial, esta será um marco na história. Certamente o mundo não será mais o mesmo, o jeito de fazer política será outro. Desmistificar o poder, transformando-o em instrumento de promoção do bem comum, parece ser o grande desafio dos novos tempos da política norte-americana. A resistência ao novo parece ter definitivamente ruído acenando para um tempo de ousadia, inovação.
Os velhos paradigmas e os modelos tradicionalmente defendidos parecem não mais atender as expectativas de uma humanidade formada por tantos diferentes. Obama surge de um grupo tradicionalmente concebido como minoria que não é tratada de forma diferenciada como merece, mas de forma desigual.
A quem o compare a Luther King, o que parece um tanto precipitado, uma vez que os tempos e os contextos são outros. Independentemente do resultado da eleição presidencial, esta será um marco na história. Certamente o mundo não será mais o mesmo, o jeito de fazer política será outro. Desmistificar o poder, transformando-o em instrumento de promoção do bem comum, parece ser o grande desafio dos novos tempos da política norte-americana. A resistência ao novo parece ter definitivamente ruído acenando para um tempo de ousadia, inovação.
Os velhos paradigmas e os modelos tradicionalmente defendidos parecem não mais atender as expectativas de uma humanidade formada por tantos diferentes. Obama surge de um grupo tradicionalmente concebido como minoria que não é tratada de forma diferenciada como merece, mas de forma desigual.
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Quem sou eu
- Nilton Bruno Tomelin
- Benedito Novo, Santa Catarina, Brazil
- Sou Mestre em educação, graduado em Biologia e Matemática, professor da rede estadual de Santa Catarina, com experiência em educação a distância, ensino superior e pós-gradução. Sou autor e tutor de cursos na área da educação no Instituto Veritas (Ascurra) e na Atena Cursos (Timbó). Também tenho escrito constantemente para a Coluna "Artigo do Leitor" do "Jornal do Médio Vale" e para a revista eletrônica "Gestão Universitária". Fui diretor da EEB Frei Lucínio Korte (2003-2004) e secretário municipal da Educação e Promoção Social de Doutor Pedrinho (2005). Já atuei na rede municipal de ensino de Timbó. Em 2004 coordenei a campanha que conduziu à eleição do Prefeito Ercides Giacomozzi (PMDB) à prefeitura de Doutor Pedrinho. Em 2011 assumi pela segunda vez, a direção da EEB Frei Lucínio Korte.
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